Ontem foi sábado, dia de jogo treino da selecção e, claro, segundo dia do Rock in Rio Lisboa 2008. O cartaz era muito interessante: os brasileiros Skank, Alanis Morissette, Alejandro Sanz e Bon Jovi. A expectativa era grande, sobretudo para ver Alanis e Bon Jovi. Aparentemente não estava sozinho nesta espectativa: cerca de 80 mil almas voltaram ao Parque da Bela Vista, num fim de semana que São Pedro tem ajudado - sem chuva e com sol (será culpa do Índio contratado?).
Mas vamos ao que interessa.
Já tinha visto um concerto dos brasileiros Skank. Foi em 2004, no GALP ENERGIA VIVA, no Pavilhão Atlântico. Então como naquela altura, os SKANK, apesar de já terem sensivelmente mais de 15 anos de carreira, são uns ilustres desconhecidos para a generalidade do público português. Mas são um excelente representante do Rock brasileiro e provaram-no novamente ontem. Perante uma plateia que ia enchendo gradualmente, lançaram alguns dos seus sucessos (muitos conhecidos pelas novelas que passam na televisão, e algumas músicas novas. Valeu.
Logo de seguida... Alanis Morissette. Já algum tempo que não a via, apesar do álbum lançado recentemente. E que dizer da prestação da canadiana? Muito, muito bom. Apesar do seu ar algo tímido, a sua belíssima voz agarrou o público e com um "set list" muito apurado, entre novas canções e os seus exitos como "Ironic" ou "You Outgha Know", arrancou os primeiros gritos da noite. Excelente.
Depois veio Alejandro Sanz. É verdade que o rapaz lá ganhou os Grammy Latinos! Não discuto sequer a sua qualidade como artista, aparentemente muito apreciado por colegas do sexo feminino. Mas, para além da sua excelente banda, não me convenceu minimamente. São gostos dirão uns. Escolhas dirão outros. Mas eu dispensava. Ponto alto: o dueto com a Ivete Sangalo no clássico "Corazon Partido". De resto, banal...
13 anos depois, Portugal revê Bon Jovi. E que concerto meus senhores! Que concerto! Com uma viagem que começou em 1986, passamos e cantamos os êxitos da banda - "You Give Love a Bad Name", "Blaze of Glory", "Bad Medicine", "I'll Be There For You", "Always", "Wanted Dead or Alive", "Livin' On A Prayer". Pelo meio ainda ouvimos uma versão de "Mercy" da Duffy e "Start Me Up" dos Rolling Stones. O público delirou, saltou, durante mais de 2 horas, para um concerto para nunca mais esquecer.
Jon Bon Jovi deu uma lição de como dar um espectáculo ao vivo. Sem pausas, sem descanso, sempre num ritmo altíssimo, não deu tréguas às 80 mil almas presentes, e mostrou que, apesar da idade passar na banda, o folgo, a vontade e o talento estão lá. Brutal, meu amigos! Brutal!




2 comentários:
:)
Também lá estive para ver os Bon Jovi, graças a um convite que uma amiga minha lembrou-se de oferecer-me! =D
Gostei muito da alanis morisette e dos bon jovi, o alejandro sanz tal como disseste, o corazon partido é que vibrou mais naquele ambiente!
Os Bon Jovi foi espectacular, saltei, cantei, fiz trinta por uma linha e curti o som! :D hehe
Um abraço!
Não estive lá, com muita pena mibha,devia ter sido espectacular
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