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quarta-feira, junho 04, 2014

Decisão histórica?





O Tribunal da Concorrência confirmou a decisão da Autoridade da Concorrência (AdC) em condenar a Sport TV por abuso de posição dominante praticado durante mais de seis anos no mercado nacional de canais de acesso condicionado com conteúdos desportivos 'premium', reduzindo, no entanto, o valor da coima de 3,7 para 2,7 milhões de euros.

Na prática vem por em causa aquilo que tem sido os usos comuns do (durante muito tempo) único operador no mercado televisivo (a Olivedesportos), ou seja, vem por em causa a exclusividade. E esta decisão poderá abrir caminho para novas BenficaTVs ou que os clubes - seja através da Liga ou deles próprios - possam negociar e potenciar outros operadores.


terça-feira, abril 01, 2014

CR... Midas! A Madeira agradece!


Tudo o que Cristiano Ronaldo faz o ou diz, normalmente, tem uma repercussão significativa em todo o mundo, e tudo graças aos fãs (milhões se acreditarmos no facebook) do madeirense. 

Ora bem, desta feita, umas simples palavras sobre as suas raízes, sobre a Madeira, com uma foto apelativa de um miradouro de um dos cartazes do Turismo da Madeira, é suficiente para gerar o que vêm abaixo...


Melhor promoção para a Madeira não existe!

domingo, março 09, 2014

Promoção grátis que vale ouro!



Esta imagem é retirada do vídeo que abaixo ponho e que foi feito por uns 'trail bikers' que visitaram a nossa ilha, no inicio deste ano. Está muito bem feito e tem imagens fantásticas da nossa ilha. É um excelente postal de visita e um óptimo vídeo promocional da Madeira para um nicho de mercado cada vez relevante e em crescendo.

Eis o vídeo:
 

quinta-feira, março 06, 2014

Cristiano Ronaldo, o Rei de Portugal!


(Foto: Pedro Nunes/AFP)

É oficial. Com os dois golos marcados aos Camarões, Cristiano Ronaldo é o melhor marcador de sempre da selecção portuguesa, ultrapassando Pauleta, com quem havia empatado na grande segunda mão do Playoff na Suécia. 

O capitão, para além de alcançar o 48º e 49º golos ao serviço da formação das “quinas”, também igualou Fernando Couto como segundo mais internacional de sempre, com 110 jogos, em pouco mais de 10 anos.


O açoriano comandava a lista desde 12 de outubro de 2005, dia em que, com um “bis” à Letónia, no Estádio do Dragão, no Porto, passou a somar 42 golos na seleção “AA”, superando os 41 do “rei” Eusébio da Silva Ferreira. Falecido a 05 de janeiro, o “Pantera Negra” foi líder durante mais de quatro décadas, num “reinado” iniciado a 13 de junho de 1965, quando “bisou” face à Roménia, em jogo de qualificação para o Mundial de 1966 e só parou nos 41 golos, marca atingida, de grande penalidade, a 28 de março de 1973, dia em que Portugal empatou 1-1 em Coventry, face à anfitriã Irlanda do Norte, na corrida ao Mundial de 1974.

Cristiano Ronaldo é agora o primeiro, com 48 golos, em 110 jogos, contra 47 de Pauleta, em 88 encontros, e 41 de Eusébio em 64 jogos. Mas que ninguém duvide que o Madeirense irá continuar a encher as redes adversários até pendurar as botas...


terça-feira, fevereiro 25, 2014

Já avançam as obras nos Barreiros!


(clicar para aumentar)

Depois da subida de produção (e resultados) do Marítimo na Liga, eis mais uma notícia que vai deixar mais alguns cotovelos lascados do crespo. 

Conforme anunciado, o reinício das obras no Estádio dos Barreiros já é oficial. Os técnicos estiveram hoje a ultimar os preparativos finais e a programação entre o consórcio e os subempreiteiros, bem como já foi promovida uma limpeza geral das bancadas para o início em força dos trabalhos. Este está agendado para o dia de hoje, terça-feira

O problema que levou a que a obra estivesse parada praticamente desde Outubro de 2010 foi finalmente desbloqueado. Mas as obras avançam unicamente porque o Marítimo avançou com o valor previsto no contrato-programa, já que o Governo Regional até à data nada entregou, tendo pago cerca de de 2,5 milhões de euros ao consórcio Tecnovia/Zagope.

Perspectiva-se que no início da próxima temporada a nova fase do estádio já esteja pronta e utilizável. O que é uma belíssima notícia para o universo Maritimista!

terça-feira, janeiro 21, 2014

A aposta nos jovens!



Na generalidade, os clubes que disputam a I Liga portuguesa de futebol estão entre os emblemas europeus que menos apostam em jogadores oriundos da formação.

Estes números foram publicados no "Estudo Demográfico", documento elaborado anualmente pela empresa suíça "Observatório do Futebol" (CIES Football Observatory) e da autoria dos investigadores Raffaele Poli, Roger Besson e Loic Ravenel. Segundo aquele retrato demográfico, que diz respeito a outubro de 2013, apenas 12 por cento dos jogadores das equipas lusas alinharam nos respetivos clubes pelo menos três temporadas, entre os 15 e 21 anos, valor que coloca Portugal muito abaixo da média europeia (21,2 por cento).

Dos 16 emblemas da I Liga, apenas Sporting, Marítimo e Vitória de Guimarães conseguem superar a média europeia. O Marítimo, por exemplo, de acordo com os dados fornecidos, tem no seu plantel 28 por cento de atletas formados no clube, muitos deles madeirenses.

Atendendo ainda a que o jogador português é o quinto mais procurado pelas principais Ligas europeias, este é um pormenor que não deixa de ser bastante relevante, particularmente se atendermos à capacidade financeira mais limitada das equipas portuguesas face ao mercado internacional.

segunda-feira, janeiro 20, 2014

Cristiano Ronaldo condecorado por Portugal


(Foto: site PR)


Depois de ter conquistado o prémio de melhor jogador do ano em 2013, vencendo assim a sua segunda bola de ouro da carreira, Cristiano Ronaldo vê assim o reconhecimento formal do seu país, ao ser condecorado com o grau de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, numa cerimónia realizada no Palácio de Belém.

A história deste miúdo, saído de um bairro da cidade do Funchal, é digna do verdadeiro "sonho americano". É a prova viva de que, quando o muito talento se junta ao muito trabalho, tudo é possível. 
 

terça-feira, janeiro 14, 2014

Cristiano Ronaldo, o melhor do ano!


(capa DN-Madeira)

O nosso Cristiano Ronaldo venceu (e bem) a sua segunda bola de ouro, que o intitula de melhor jogador do ano de 2013.

Um prémio que é cada vez mais "quem foi o melhor este ano: Messi ou Ronaldo", mas que não deixa de encher de orgulho todos nós, e ser um reconhecimento para o fantástico trabalho que ele desenvolveu no ano que findou. E vai uma aposta que ele já está a trabalhar para a terceira?

Tal como em 1966 (Eusébio tinha ganho este prémio no ano anterior) Portugal chega a um Mundial com o melhor jogador do mundo! É obra para este pequeno cantão à beira-mar plantado.

Agora que o Cristiano venceu o prémio, começaram as entrevistas com o primeiro treinador, o gajo que lhe fez o primeiro corte de cabelo, o fulano que tal que lhe deu a primeira rasteira e por aí fora. É ouvir como o pequeno já era isto e aquilo, e que ainda hoje mantém uma relação e tal. Tretas!!!

Mérito da Madeira na carreira do Cristiano Ronaldo, só ao próprio, à família que sempre o apoiou e à pessoa que o levou daqui para fora na tenra idade de 12 anos. O resto é conversa para aparecer e ter um tempo de antena...

E é precisamente por isto, que este reconhecimento ainda vale mais para o rapaz!

domingo, janeiro 05, 2014

Morreu Eusébio


(Foto: Nuno Ferrari)

Eusébio da Silva Ferreira, aos 71 anos, morreu às 4h30 de domingo, vítima de paragem cardiorespiratória. Eusébio estava em casa, sentiu-se mal por volta das 3h30 da manhã e foi chamado o INEM, mas já foi demasiado tarde. 

Nascido a 25 de Janeiro de 1942 na então Lourenço Marques, hoje Maputo, Eusébio tornou-se o maior símbolo do futebol português. Vindo de Moçambique, depois de ter jogado no Sporting de Lourenço Marques, chegou ao clube de Lisboa no Inverno de 1960. Foi nessa década que o “Pantera Negra” mais brilhou nos relvados, no Benfica e ao serviço da selecção de Portugal, no Mundial de 1966, onde foi o melhor marcador.

Sete vezes melhor goleador do campeonato português (1963/64, 64/65, 65/66, 66/67, 67/68, 69/70 e 72/73), duas vezes melhor marcador europeu (1967/68 e 72/73), Eusébio foi uma vez eleito melhor futebolista europeu mas é considerado um dos maiores futebolistas mundiais de todos dos tempos. Foi 11 vezes campeão nacional pelo Benfica - alinhando em 294 jogos, nos quais marcou 316 golos -, ganhou cinco Taças de Portugal, foi campeão europeu em 1961/62 e finalista da Taça dos Campeões em 1962/63 e 67/68.

No total, foram 546 os golos que marcou pela selecção portuguesa e ao serviço dos clubes por que passou. Pelo Benfica, foram 473, em 440 jogos oficiais. Cometeu a proeza de marcar 32 golos em 17 jogos consecutivos, tendo ainda conseguido marcar seis golos no mesmo jogo em três ocasiões. O guarda-redes que mais golos seus sofreu foi Américo, do FC Porto (17).

Jogou no Benfica até 1975, tendo depois actuado ainda em clubes da América do Norte, no Beira Mar e no União de Tomar – esta última uma breve experiência que durou até Março de 1978, após o que regressou aos EUA para tentar uma efémera experiência no futebol indoor.

Participou em 64 jogos da selecção de Portugal, pela qual se estreou em 8 de Outubro de 1961.
No Mundial de 1966, em Inglaterra, em que Portugal foi o  terceiro classificado, venceu o troféu destinado ao melhor marcador da prova, com nove golos, e foi considerado o melhor jogador da competição.

Ficou célebre a sua actuação no jogo com a Coreia do Norte, dos quartos-de-final desse mundial, em que marcou quatro golos, contribuindo decisivamente para a vitória de Portugal a por 5-3, depois ter estado a perder por 0-3. "Foi o meu dia", recordou mais tarde, quando, no Mundial de 2010, na África do Sul, a equipa portuguesa voltou a defrontar a asiática.

O 'Rei', figura incontornável do desporto português e mundial, deixa o país um pouco mais pobre. É um símbolo deste Portugal que parte para o descanso eterno. Mas felizmente, a sua memória e os seus feitos perdurarão. RIP.

domingo, dezembro 29, 2013

We lived!!!



E correu bem! Ou melhor, dentro daquilo que era expectável para a nossa primeira participação na prova de S. Silvestre no Funchal. Acima de tudo, sobrevivemos aos quase seis quilómetros de prova no centro da cidade do Funchal.

O clima estava bom e, apesar do sofrimento, foi divertido. Possivelmente a repetir nos próximos anos e, preferencialmente, a melhorar o nosso tempo:



Até para o ano!!

(Já agora, a quem interessar, podem consultar todos os resultados aqui.)

sábado, dezembro 28, 2013

Prova de S. Silvestre é hoje!




É hoje a 55ª edição da Volta à Cidade do Funchal, a prova de São Silvestre cá do burgo. E pela primeira vez da história aqui o vosso amigo irá participar. Finalmente, após muita consideração e pouco treino, lá calcarei as sapatilhas e vou correr para a avenida. Não tenho grandes expectativas, apenas ficar à frente dos velhotes de 80 anos que irão participar!!

A prova até nem me parece ser muito complicada. O trajecto, como podem ver no mapa, atravessa as obras na Avenida do Mar, sobe até ao Campa da Barca (a palavra "subir" dói aqui um bocadinho), vira à esquerda e passa pela Francisco Franco, pelo Tribunal e Câmara Municipal (tão fechados, nem pensem coisas...), até descer (ufa!!!) a Avenida Zarco. Dá uma voltinha à rotunda do Infante, cumprimenta o Sr. Bispo ao passar pela Sé, compra qualquer coisinha do Bazar do Povo, toma um café na "Pretinha" na Fernão Ornelas e volta a descer (ahhhhhh!!), até voltar a entrar na Avenida do Mar. A partir daqui espera na paragem pelo autocarro e termina em frente das Vespas... pouca coisa!


(clicar para aumentar)


Depois conto como correu!

segunda-feira, novembro 18, 2013

Aqui vai o 3º Director Regional para o desporto...


O Prof. Rui Anacleto é o escolhido para substituir João Santos na complicadíssima pasta que é hoje a Direcção Regional do Desporto e Juventude

Duas notas: satisfação pela rapidez da substituição, independentemente das razões para a demissão do Prof. João Santos. E satisfação pela escolha que me parece, finalmente, acertada. Creio que a sua experiência e reconhecida capacidade poderá ser o elemento aglutinador que falta neste momento para (re)organizar o desporto madeirense.

Isso e o dinheiro, é claro. Mas essas são contas de outro rosário...


sexta-feira, setembro 06, 2013

Cristiano REInaldo!!



Com os 3 golos frente à Irlanda do Norte, Cristiano Ronaldo superou os 41 tentos de Eusébio que durante mais de três décadas foram o recorde na Selecção Nacional. Acresce a curiosidade de ter sido perante o adversário a quem o Pantera Negra apontou o seu último golo com a camisola de Portugal.

Os 41 golos de Eusébio aconteceram num espaço de quase 12 anos: o primeiro, a 8 de Outubro de 1961, na estreia, frente ao Luxemburgo, e o último, a 28 de Março de 1973, frente à Irlanda do Norte, em Coventry (1-1).

Cristiano Ronaldo precisou apenas de nove anos para apontar os seus 40 golos. O primeiro a 12 de Junho de 2004, frente à Grécia, na abertura do Europeu. O 41.º, o  42.º e o 43.º esta sexta-feira, em Belfast, contra a selecção da casa.

Fenomenal, o puto da Quinta Falcão...

domingo, junho 30, 2013

HÁ MAIS MARÍTIMO!


HÁ MAIS MARÍTIMO! É a nova campanha de promoção do clube. O novo cartão. As vantagens e promoções. A disponibilidade online. Estou a gostar.



Saiba tudo no novo site www.vantagensmaritimo.com e descobra os benefícios que o clube do seu coração lhe proporciona. 

sexta-feira, maio 31, 2013

Canyoning a promover a Madeira



Foram 142 praticantes, de 12 nacionalidades, que nos dias 22 a 26 de Maio, participaram no RIC/Madeira - Encontro Internacional de Canyoning, organizado no arquipélago pelo Clube Naval do Seixal (CNS). 

 O 'canyoning' é uma atividade de lazer e de montanha que não assume carácter de competição desportiva e cujo objectivo é a satisfação dos praticantes na transposição de obstáculos em cursos de água - rios, córregos e ribeiras -, com recurso à caminhada, escorregas naturais, salto e rapel. 

Eu já fiz e é óptimo!


Esta é uma bem simples, mas muito grande promoção à ilha da Madeira. 

domingo, maio 19, 2013

O Estádio dos Barreiros e a falta de pessoas sérias!




Eu sempre disse que o homem veio à Terra para complicar as coisas. E quando as quer complicar, complica mesmo! Bem, hoje o Diário de Notícias da Madeira publica uma notícias cujo título diz tudo: "Governo Regional deixa cair contrato dos Barreiros". Então o que é esta notícia?

De acordo com o DN, "o governo regional comprometeu-se a anular o contrato-programa aprovado em Conselho de Governo, resolução n.º 1338/2010, em 4 de Novembro de 2010. Este foi o contrato-programa, assinado, com o visto do Tribunal de Contas e com execução orçamental, que acabou por não ter efeito, pese embora o arranque substancial das obras a cargo do consórcio vencedor Tecnovia/Zagope, entretanto paradas por falta de financiamento bancário".

Esta é uma conclusão que se retira do Relatório do Tribunal de Contas da auditoria aos encargos assumidos e não pagos pelos Serviços e Fundos Autónomos da Secção Regional da Madeira do Tribunal de Contas, e que foi publicado na íntegra no JORAM, número 90, IIª Série, de 10 de Maio de 2013.

De facto, no referido relatório é possível ler que “na sequência do apuramento de défice e da dívida da região para 2011, todos os CPDD [nota: são os contratos-programa de desenvolvimento desportivo] destinados à construção de infra-estruturas desportivas, tinham sido considerados no reporte, agravando (...) o défice. E que, nesse âmbito, a Região se comprometeu com o INE, o Banco de Portugal e a DGO [a Direcção Geral do Orçamento], a anular os CPDD, sem execução financeira, celebrados com o Clube Naval do Seixal (€ 271.815,00), Clube Desportivo Nacional (€ 1.494.387, 63) e o Club Sport Marítimo (€ 39.552.300,00)". Estas são as palavras do excelentíssimo Sr. Secretário Regional do Plano e Finanças, Dr. Ventura Garcês, quando ouvido em contraditório pelo Tribunal de Contas.

Por outras palavras, o contrato-programa assinado em 2010 para a reconstrução do Estádio dos Barreiros, aprovado pela resolução do Conselho de Governo n.º 1299/2010 e alterada pela resolução do CG n.º 1338/2010, ficaria anulado.

O que necessariamente levanta a questão: mas andamos todos a brincar? Eu gosto de pensar que estamos a falar de pessoas sérias. Porém, o que se tem assistido com esta novela do Estádio dos Barreiros já roça o paranormal! 

Ora vejamos: primeiro começou com toda a história do local para o novo estádio do Marítimo. Foi o local da Prebel, no RG2, na Praia Formosa, embora tudo tivesse sido feito para que nenhuma destas situações fosse viável, inclusive com a aquisição de terrenos por terceiros "pouco interessados". Por fim veio a escolha da remodelação do Estádio dos Barreiros, passando primeiro pela sua cedência definitiva ao clube. Só nesta história toda perdermos uns bons 5 a 6 anos.

Por fim veio, em 2010, as Resoluções definitivas: a Resolução n.º 551/2009, publicada no JORAM, Iª Série, n.º 41, Suplemento, de 7 de Maio, que cedeu o Estádio dos Barreiros ao Marítimo. As resoluções já atrás citadas, a 1299/2010 e 1338/2010, que aprovaram o contrato-programa. E, mais recentemente, a Resolução do Governo Regional n.º 144/2013, publicada no JORAM, Iª Série, n.º 25, 3º Suplemento, de 27 de Fevereiro, que autoriza o clube a utilizar o Estádio dos Barreiros como garantia junto banca, nos termos tidos convenientes para prossecução e conclusão da obra em curso no Estádio, e em condições previamente aprovadas pela Secretaria Regional do Plano e Finanças.

Depois disto tudo, ficamos a saber, "por portas travessas" que, aparentemente, o Governo Regional, muito provavelmente no âmbito do PAEF e da questão da dívida oculta (ou não reportada como gostam de chamar por cá), há um compromisso para anular o contrato programa que apoia a reconstrução do Estádio dos Barreiros! 

Isto sem considerar que a obra já se iniciou. Sem considerar que, precisamente por este contrato programa, o Governo Regional já deve a quantia de € 2.569.800 (dois milhões quinhentos e sessenta e nove mil e oitocentos euros), referentes aos anos de execução de 2010, 2011 e 2012 - e tratando-se precisamente da quantia acordada com os empreiteiros para a conclusão da fase 1 da obra. Sem considerar ainda os gastos que o consórcio já teve com a execução da obra, orçados em cerca de 14 milhões de euros. E, nem entro pela questão paisagística, pela questão desportiva, etc.

Importa saber afinal se o Governo Regional está ou não de boa-fé!! Recordo as palavras bem recentes do Dr. Alberto João Jardim, na inauguração da loja/museu do Marítimo nos Barreiros, anunciando uma solução para concluir as obras do Estádio dos Barreiros! Depois a própria aprovação da Resolução 144/2013 que, embora não desse a solução definitiva, permitia uma folga maior na negociação junto da banca. Tudo isto não joga agora com a intenção da anular o próprio contrato programa! Isto é uma palavra junto do Marítimo, outra junto das instituições externas!

E enquanto vamos brincando com estas coisas, ficam as obras paradas no estado que se vê, uma dívida por pagar, e deixa o maior clube da Região e um dos maiores de Portugal, com uma casa mal arrumada e um grande imbróglio nas mãos! Um imbróglio que o poderia deixar de ser, caso a Secretaria do Plano e Finanças começasse por desbloquear a verba retida - os tais 2,5 milhões de euros - que já permitiriam que as obras na bancada nova terminassem e que a mesma ficasse em condições de receber público! Não há dinheiro dizem. Mas há 525 mil euros de comparticipação para o "Madeira Island Open Golf" de 2013! Mas há 300 mil euros para a edição deste ano do Rali Vinho Madeira, que tem vindo a morrer ano após ano! E há cerca de 1 milhão de euros anuais para, por exemplo, o Clube Futebol União, que não tem estádio, não tem formação, e infelizmente hoje nada dá à Região! Troquem isto tudo pela rentabilidade que dará um Estádio dos Barreiros pronto à Madeira, para ver todo o absurdo da presente situação...

Numa nota à parte:

Mas não pensem outros que se ficam a rir com tudo isto, sentados nas suas cadeirinhas na serra. Ainda me recordo que no programa da RTP Madeira "Prolongamento", no pós derbi insular, houve um adepto do Nacional que disse que o Estádio da Madeira estava pronto e o nosso não porque foram mais "inteligentes". E sem esquecer o contraste entre o "estaleiro", "a coisa feia", em comparação com a "beleza", o "fantástico" complexo desportivo da Choupana. E falam com tal convicção e orgulho como se se tratasse de uma obra que o próprio clube tivesse pago! Ou melhor, que já estivesse pago! Recordo que, através da Resolução n.º 1800/2005, o Governo Regional autorizou uma comparticipação financeira ao Clube Desportivo Nacional no valor de € 22.721.416,45 para "o valor total da empreitada de concepção/construção do complexo desportivo do Clube Desportivo Nacional - 2ª fase". Pois meus amigos, de acordo com o Relatório do Tribunal de Contas (página 53) está por pagar até 2025 a quantia de € 25.607.403,10 (inclui juros). Não sendo pago pelo GR, adivinhem a quem vão bater à porta...

E tudo isto porque já não temos um Executivo que seja uma pessoa de bem...


quarta-feira, maio 15, 2013

Há 36 anos o Marítimo fez história!




Faz hoje precisamente 36 anos anos que o Marítimo subiu pela primeira vez à I divisão do futebol português. Aconteceu a 15 de Maio de 1977. Pela primeira vez uma equipa fora do espaço continental lograva ascender ao mais alto patamar do futebol em Portugal. 

Trata-se de um marco histórico, escrito a letras de ouro pelo Club Sport Marítimo. Depois de muita luta, muito batalhar, muitas portas fechadas, a custear tudo do próprio bolso, eis que o nosso Clube Sport Marítimo chega ao mais alto patamar do futebol português. Era o culminar de uma longa caminhada que teve que ultrapassar obstáculos colocados cá e lá para ter sucesso. Com José Miguel Mendonça na chefia da direção e Pedro Gomes na orientação do plantel, uma equipa atingia aquilo que nunca uma outra havia alcançado.  

Nesse dia 15 de Maio de 1977, que o Marítimo recebia, no Estádio dos Barreiros, o Olhanense. ‘Cheio que nem um ovo’, diziam os comentadores, a propósito da enchente nos Barreiros nesse dia. Pendurados nos postes de iluminação, sobre os muros que rodeiam o Estádio, empoleirados nos galhos das árvores que ainda existiam no sector do ‘Peão’ e no espaço que com ele confina, na pista, sobre as cabinas e os bares, até sobre a pala que protege a bancada central, qualquer lugar servia para ver o grande jogo. E muitos tiveram de ficar de fora, nas ruas que ladeiam o Estádio, nas rochas sobranceiras à baliza das cabinas.

Ao meio dia os portões abriram-se, e poucos minutos depois, mais de metade da lotação ‘oficial’ do Estádio estava ocupada. Dos altifalantes do Estádio ouve-se a marcha do Marítimo. Os presentes cantam e aos cantos juntam preces e promessas a cumprir no caso de vitória. Uma ‘cruz’ de alecrim dá várias voltas ao Estádio, para afastar o ‘mau olhado’. Cartazes com as mais variadas mensagens são exibidos um pouco por todo o lado. O Estádio está completamente cheio. A solta de pombos e o lançamento de panfletos sobre a bancada central torna o ambiente ‘vulcânico’, tal qual acontecera num primeiro momento, com a leitura do comunicado do Governo Regional da Madeira a anunciar que, em caso de vitória, ‘amanhã é feriado’.


Quando o Marítimo entra em campo, dos foguetes que estalam à volta do Estádio só se detectam os clarões. O rebentamento é abafado por mais de vinte mil vozes que gritam incessantemente ‘Marítimo, Marítimo, Marítimo’. Não houve tempo para recuperar do esforço vocal que acompanhou a entrada da equipa em campo. Aos sete minutos de jogo, Nelson cobra um livre colocando a bola nos pés de Eduardinho, que vai à linha de fundo cruzar para a cabeça vitoriosa de Norberto. Dá-se a primeira invasão de campo. Pacífica, como era, de resto, toda a festa. Quando o público começava a ‘acalmar’, surge o segundo golo. Arnaldo desmarca Noberto entre os defesas algarvios e este ‘bisa’, rematando fora do alcance de João Luís, o guarda-redes adversário. Iam decorridos 13 minutos de jogo. Nova invasão. Não há maneira disto acalmar. Aos 20 minutos é a vez de Calisto ir à linha de fundo realizar o cruzamento que coloca a bola na cabeça de Nelson. Assim se fez o 3-0. E com ele, pela terceira vez entram em campo centenas de adeptos verde-rubros, a festejar a vitória que já não podia falhar.

O público já rebentou de alegria por três vezes, as suficientes para que se ouçam grupos de sócios gritar ‘Marítimo é campeão’, ‘Marítimo é campeão’, ‘Marítimo é campeão’. Os jogadores do Marítimo, bem, fazem a gestão da vantagem; os adversários esboçam alguma reacção, mas não chegam a perturbar seriamente a baliza verde-rubra. E como o desfecho do jogo dificilmente deixará de ser favorável ao Marítimo, as exibições de folclore no intervalo são apenas um leve complemento à festa que todos e cada um dos presentes faz no seu lugar. 

Na segunda parte chega o quarto golo do Marítimo, agora Noémio a iniciar a jogada que vai culminar em cruzamento para o remate certeiro de Arnaldo. Claro que houve nova invasão de campo. Faltavam agora sete minutos para o apito final do árbitro. Quando esse apito acontece, a confirmação plena da vitória transforma-se em nova invasão. Os milhares de adeptos que pisam o relvado querem o impossível: a braçadeira do capitão, a camisola dos jogadores, os calções, as meias, as botas, os atacadores destas, se mais não houvesse. E não havia meio de a todos satisfazer, tão poucos eram os que a tantos podiam oferecer alguma coisa que imortalizasse a vitória mais saborosa de todas quantas o Marítimo ofereceu a estas gerações de madeirenses que, do Estádio aos confins do Mundo, se orgulham da terra-mãe e do seu clube campeão.


Na cidade do Funchal vivem-se momentos de indescritível alegria. Da zona velha às zonas altas, do centro à zona onde está instalada a maioria dos hotéis, das tascas populares aos bares mais requintados, dos espaços de convívio público ao mais recatado dos lares, ninguém resiste à emoção de sentir realizado o maior dos sonhos do futebol madeirense nas últimas décadas. Já se sabe que o dia após a vitória é feriado, decretado pelo presidente do Governo Regional da Madeira e sócio do clube, ainda o Eng. Jaime de Ornelas Camacho. As mais diversas formas de comemoração da vitória são o escape para tanta alegria; entre os maritimistas mais fortemente vinculados ao clube, o sentido de missão cumprida no presente é par do orgulho de um passado glorioso, vezes sem fim contado aos vindouros e outras tantas recordado com carinho.

Da generalidade dos clubes continentais são enviadas diversas mensagens de felicitações ao Marítimo. No momento do triunfo, até alguns que tudo fizeram para que o campeão da Madeira nunca participasse em provas nacionais prestam homenagem. Destaque particular merecem, naturalmente, as mensagens enviadas pelo Benfica, Sporting, Porto, Boavista, Guimarães, Belenenses, Braga, Vitória de Setúbal, entre outros, que cumprimentam o futuro parceiro.

"É com imensa alegria e satisfação que nos associamos à grande festa do glorioso Marítimo, pois vencendo tudo e todos, galardoouse ao escalão máximo do futebol nacional, por mérito próprio, num empreendimento arrojado mercê de condicionalismos impostos e de flagrante injustiça para o futebol da nossa terra. A Direcção do Sporting Clube da Madeira não podendo ficar indiferente a tal demonstração de valor, vem manifestar a V. Exas. O seu apreço e regozijar-se com semelhante facto, pois não só está de parabéns o grande Marítimo como o desporto da nossa Ilha. Felicitando V. Exas., e toda a massa associativa, desejamos os maiores êxitos ao Club Sport Marítimo e apresentamos os melhores cumprimentos". (Sporting da Madeira, do dia 18 de Maio)

Igual interesse têm as dezenas de missivas de sócios, adeptos e simpatizantes do Marítimo espalhados um pouco por toda a parte. Oriundas de todas as grandes cidades continentais e das grandes metrópoles de países estrangeiros onde labutam madeirenses, chovem telegramas e cartas na sede do Marítimo. Da sua leitura fica-se a saber como se realizaram festejos entre pequenos grupos de madeirenses radicados em Lisboa, no Porto, em Coimbra. De Macau chega a carta de um adepto disponível para contribuir para uma presença sólida na I divisão. As agremiações de madeirenses espalhadas por todo o Mundo exultam da Venezuela à África do Sul, dos Estados Unidos da América à Austrália, de Inglaterra às ex-colónias portuguesas, a subida verde-rubra à I divisão foi sentidamente comemorada.

Entretanto o Marítimo termina o campeonato nesse ano como campeão nacional da II divisão, conquistando o seu segundo título nacional de futebol, 51 anos depois de ter sido o Campeão de Portugal da época 1925/26. Os únicos que alguma equipa madeirense alcançara até então. Quebrava-se assim definitivamente o afastamento das ilhas do território nacional.

Seguiram-se novos e mais importantes desafios. O Marítimo teve de enfrentar enormes batalhas, entre as quais o desfazer das condições humilhantes que ainda forçavam o ‘pagamento’ aos adversários para que pudesse ser considerado um clube português de pleno direito. É isto o que significa ser Marítimista. O CS Marítimo não é apenas um clube, daqueles que nasceram apenas para praticar desporto ou para fazer algum ganhar dinheiro. O CS Marítimo representa a própria Região. É uma parte da sua história e faz parte dos seus vencedores. Ignorar isto, é desprezar grande parte da história da nossa ilha e da luta pela nossa autonomia. Poucos são os clubes que se podem orgulhar de um passado que é feito de conquistas, desportivas, mas também políticas e sociais. Passados estes 36 anos, o Clube Sport Marítimo consolidou-se como um dos principais emblemas de Portugal. E pese embora todas as dificuldades redobradas que enfrenta todos nossos dias, com a ajuda de todos nós, os mais novos adeptos verde-rubros, irá, mais uma vez, superar essas dificuldades e a si próprio!

VIVÓ MARÍTIMO! 

quarta-feira, abril 03, 2013

O 'Caso Boavista' e o Aumento da Liga




Este fim-de-semana discutir-se-á em Assembleia Geral da Liga Profissional de Clubes de Futebol (LPFP), novo alargamento dos clubes da primeira liga, em virtude da decisão que obriga a que o Boavista seja reintegrado no principal campeonato de futebol de Portugal.

Este caso remonta a 2008, na sequência do processo "Apito Final" (por alegada corrupção e tráfico de influência a vários árbitros e observadores) e da decisão da Comissão Disciplinar (CD) da LPFP que, em Maio de 2008, deliberou a despromoção dos axadrezados para a II Divisão, à data repescando o Paços de Ferreira à descida de divisão. 

Pois na quinta-feira passada, o Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) deu provimento ao recurso do Boavista, com fundamento na prescrição do procedimento disciplinar que ditou a descida de divisão, abrindo caminho para o regresso do clube axadrezado à I Liga, revogando assim os acórdãos anteriores do Conselho de Disciplina e do Conselho de Justiça em funções à altura, e o arquivamento dos processos disciplinares ao Boavista por alegada prática de coação sobre a equipa de arbitragem.

Está em causa uma questão formal da prescrição imputável à inacção da FPF, uma vez que o CJ não apreciou o mérito dos procedimentos disciplinares instaurados ao Boavista pela CD LPFP, em 6 e 7 de Maio de 2008, relativamente à alegada coacção dos árbitros Elmano Santos e Paulo Januário, que arbitraram, respectivamente, os jogos entre Boavista e Académica (quinta jornada da edição de 2003-04 da Liga) e Benfica (18.ª jornada da edição de 2003-04 da Liga). Ou seja, segundo aquele acórdão, o tempo que mediou entre a data da reunião do CJ que o Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa (TACL) considerou inexistente, 4 de Julho de 2008, e a interposição do recurso do Boavista, 3 de Outubro de 2008, fez com que se ultrapassasse o prazo de três anos da prescrição da responsabilidade disciplinar.

Depreende-se claramente que o CJ não analisou o mérito dos procedimentos disciplinares aplicados ao Boavista pelo CD LPFP (isto é, se o Boavista tinha ou não tinha razão, se existia ou não qualquer infração disciplinar), pronunciando-se apenas sobre o seu aspecto formal, dando como provado a prescrição dos mesmos (por outras palavras, que já não podiam ser aplicados pelo decurso do tempo), resolvendo a questão "na secretaria", como se diz na gíria.

Como consequêcia desta decisão, o Boavista se assim o entender, e tudo indica que sim, poderá requerer junto da Liga de Clubes a sua inscrição no primeiro escalão do futebol português, o que implicaria o regresso do clube axadrezado aos principais relvados portugueses.  É um regresso que passará pela decisão da Comissão Executiva da Liga, como órgão que dirige as competições profissionais, porém, depois desta revogação da descida, não fica com grandes alternativas. 

Com a decisão do seu próprio CJ, a FPF arrisca ainda  ao pagamento de uma avultada indemnização por danos desportivos (fala-se na casa das dezenas de milhões), caso o clube “axadrezado” recorra aos tribunais para ser ressarcido dos danos causados pela descida de divisão, uma vez que o Boavista vê sustentada, pelo próprio CJ, a sua tese de que foi prejudicado pela descida de divisão.

Agora que se sabe o tópico da AG da LPFP no próximo sábado é de uma eventual proposta de aumento da Liga para 18 clubes, e sendo um deles o Boavista, pressuponho que há pedido do Boavista para voltar a integrar a primeira liga, assim como a Liga está disposta a recebê-lo. O que implica a "subida" de mais um clube para perfazer um número par (18). E, segundo consta, parece que já está sobre a mesa uma proposta de "liguilha" entre os clubes que descem de divisão e o terceiro e quarto classificado da segunda liga, para achar o décimo oitavo clube.

Há muito que venho defendendo que a redução da Liga para 16 clubes nada trouxe de benéfico para o futebol português. Todas aquelas vantagens que supostamente adviriam da redução (custos, competitividade, etc.), não passaram de boas ideias que na prática redundaram em nada. Tenho é pena que o regresso ao formato de 18 equipas na Liga surja por estas razões e desta forma.

Não vou agora discutir o meio que a Liga eventualmente terá encontrado para preencher a 18ª vaga, até porque, para todos os efeitos, serão os clubes a decidir qual a melhor forma. Não compreendo é, no entanto, que se agora critique o presidente da Liga por esta situação - inclusive querendo levar isto à sua alegada promessa de campanha eleitoral (do aumento de clubes; a não descida; etc.) - quando na realidade toda esta situação é gerada pela negligência e incúria dos orgãos da Federação Portuguesa de Futebol. E, pior, que não compreendem o imbróglio que toda esta situação pode ainda causar nas instâncias internacionais, já que, se por qualquer razão o "processo Boavista" é comunicado à FIFA ou é pedida a intervenção desta, possa advir daqui consequências negativas para o futebol português, já que esta é extremamente rigorosa na apreciação de matéria desportiva. E essa, como vimos, não foi apreciada.


quarta-feira, março 13, 2013

Luz verde para as obras nos Barreiros!




Na inauguração da Loja Museu do Clube Sport Marítimo, realizada ontem ao final da tarde, o Presidente do Governo Regional da Madeira declarou ter sido encontrada uma maneira de o Marítimo prosseguir com a remodelação do Estádio dos Barreiros, cujas obras se encontram paradas devido à falta de financiamento.

Nas suas palavras disse que «Há uma solução para ver se arrancamos outra vez com as obras no Estádio dos Barreiros», embora sem especificar concretamente de que solução se tratava.

Em "off" sabe-se que se trata do desbloqueamento de uma verba de 2,5 milhões de euros que já estava contabilizada e orçamentado há mais de um ano no PAEF, para pagamento dos empreiteiros das obras do estádio. Esta verba permite que os empreiteiros completem a actual bancada em construção, de forma a que a mesma esteja concluída a tempo de ser utilizada no início da próxima temporada. 

É uma boa notícia e que me satisfaz. Porém, não posso deixar de expressar que desta vez a lição foi aprendida. Quem quer ganhar eleições na Madeira, particularmente nos dias que correm, tem de perceber que o Marítimo e os seus Maritimistas são uma das forças mais importantes e relevantes na Madeira.