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terça-feira, outubro 28, 2014

domingo, maio 04, 2014

A Festa da Flor na Madeira


As melhores imagens da Festa da Flor deste ano:






(Fotos: Rui Silva/ASPRESS)

O dia da Mãe!




Hoje celebramos o dia da Mãe. Mas como qualquer mãe sabe, todos os dias são o seu dia... de trabalho! O trabalho mais difícil do mundo. A minha homenagem a todas as mães do planeta e, muito particularmente, à minha!

sexta-feira, abril 25, 2014

25 de Abril de 1974


25 de Abril de 1974. O dia. 25 de Abril de 2014. Hoje. 40 anos depois. Cada vez mais me convenço que só quem viveu aquele dia perceberá o que ele significou para os Portugueses.

Aflige-me que hoje se dê a liberdade como algo de garantido (o que paradoxalmente não deixa de ser um bom sinal dos tempos); que os jovens (como eu e mais novos) vejam este dia como um feriado porreiro quando calha durante a semana; e que a classe política ignore os seus princípios e o que esteve na sua origem. E a vida continua...

terça-feira, abril 08, 2014

O fim do Windows XP




Hoje assistimos à descontinuação do Windows XP. Considerado por muitos como um dos melhores sistemas operativos criados pela Microsoft (e claramente o meu preferido), lançado há 13 anos e que chegou a estar em 85% dos computadores, o XP vê assim chegar o fim do seu reinado. 

Mas atenção, isto não significa que ele se vá 'autodestruir' durante o dia. Simplesmente deixará de ser compatível com os novos programas e novos utilitários (actualmente já não se fazem programas para o Windows XP, todos são focados para o Windows 7 e 8, e sistemas de 32 e 64 bits, e a maioria dos programas já só estão disponíveis para novas versões do Windows), e o utilizador deixará de receber as actualizações de segurança habituais (significa que o sistema operativo se tornará obsoleto, eventualmente mais vulnerável a ataques pirata quando ligado à Internet e mais sensível à introdução de suportes físicos como discos externos, pendrives ou CD’s/DVD’s). A alternativa é fazer o upgrade para um sistema superior (recomendam o 7 ou o 8) ou, para aqueles que a máquina não suporte um sistema superior, comprar um novo computador (o que não é nada agradável para a carteira).

Eis uma notícia boa sobre o assunto: http://www.tvi24.iol.pt/videos/video/14120654/1

quinta-feira, fevereiro 20, 2014

Foi há quatro anos!





(Imagem NASA / Google: a cidade do Funchal vista de cima)

Foi há quatro anos. Mas há memórias ainda muito vivas pela ruas do Funchal e que custam a sarar. O tempo assim o encarregará. O tempo e as obras que parece que nunca mais terminam...

quinta-feira, fevereiro 13, 2014

O dia da Rádio


No dia em que se celebra a velhinha rádio e todos os que fazem que ela chegue à casa de todos nós, deixo-vos com uma das transmissões mais famosas de sempre, que levou um país ao pânico, numa altura em que a televisão era ainda um produto da imaginação do homem... 


sexta-feira, janeiro 17, 2014

Olá Nina!




Digam olá à NINA

Esta alentejana, nascida há 4 mesitos, é a nova inquilina cá de casa e, espero eu, futura melhor amiga da Sushi... :)

quarta-feira, agosto 28, 2013

I have a dream...



Porque nunca é tarde ou demais para recordar as injustiças, as segregações e as discriminações sociais. Saiba mais em http://amnestyusa.org/erpa.


domingo, maio 05, 2013

Feliz Dia da Mãe



Como muitas das celebrações que actualmente existem no nosso calendário, também a celebração do Dia da Mãe nasceu nos Estados Unidos, mais precisamente pelo esforço da senhora Anna Maria Reeves Jarvis que, em 1865, organizou os "Mother's Friendship Days" (dias de amizade para as mães) para melhorar as condições dos feridos na Guerra de Secessão que assolou os Estados Unidos naquela época. Já antes, em 1858, Jarvis havia fundado os "Mothers Days Works Clubs" (qualquer coisa como os clubes de trabalho dos dias das mães), com o objetivo de diminuir a mortalidade de crianças em famílias de trabalhadores. Em 1870 a escritora Julia Ward Howe publicou o manifesto "Mother's Day Proclamation" (Proclamação do Dia da Mãe), pedindo paz e desarmamento depois da Guerra de Secessão.

A forma actual do Dia da Mãe partiu de Anna Jarvis, filha da senhora que falei no prinípio, Ann Maria Reeves Jarvis, que em 12 de maio de 1907, dois anos após a morte de sua mãe, criou um memorial à sua mãe e iniciou um campanha para que o Dia das Mães fosse um feriado reconhecido. E assim, este dia foi reconhecido a 8 de Maio de 1914 foi reconhecido nos Estados Unidos, com a resolução "Joint Resolution Designating the Second Sunday in May as Mother's Day" foi aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos, consagrando o segundo domingo do mês de maio como o "Dia das Mães". O Dia das Mães foi celebrado pela primeira vez a 9 de maio de 1914.

Em Portugal é comemorado no primeiro domingo do mês de Maio em homenagem à Virgem Maria e a Nossa Senhora de Fátima.

Um FELIZ DIA DA MÃE a todas as mães deste mundo e, naturalmente e em particular, à minha MÃE!

quinta-feira, abril 04, 2013

A Revolta da Madeira de 1931



(Foto: Perestrellos / Madeira)

"a fome sofrida pelos islenhos nesses tempos difíceis e motivada pela perda dos seus dinheiros e bens. Alguns meses depois ressurgiu...
- O Decreto da Fome - concluiu o Sr. Ernesto. E cantarolando:

Passados dois longos meses,
Outra desgraça acontecia
O malfadado decreto
Da sepultura renascia.

O Decreto do Pão
"-19.273-"
Só discórdia semeou
E tristeza provocou.

Querem roubar-nos o pão
Isso nunca nos farão.
Grita o ilhéu com razão
E luta com o coração.

"Manopólio" — nunca mais!
Ruge a gente como leão
O povo está cansado
De tanto lutar pelo pão (...)

O maldito Decreto da Fome
Com os fortes alicerces tremeu,
Na velha Praça do Pelourinho,
Tudo ao seu redor estremeceu...
(...)

[ABREU, Maria Manuela - Passeio pelas histórias da Revolta da Madeira (1931). Funchal : Secretaria Regional da Educação : Direcção Regional de Inovação e Gestão Educativa, 2000. p. 28-29]

A Revolta da Madeira de 1931, também conhecida como a Revolta das Ilhas ou Revolta dos Deportados, foi um levantamento militar contra o governo da Ditadura Nacional (1926-1933) que ocorreu na ilha da Madeira, iniciando-se na madrugada de 4 de Abril de 1931. A 8 de Abril o levantamento alastrou a algumas ilhas dos Açores e, a 17 de Abril, alastrou, também, à Guiné Portuguesa. Existiram também tentativas de levantamento militar em Moçambique e na ilha de São Tomé, que falharam logo no início. Os levantamentos militares, planeados para o continente, nunca ocorreram.

Se os militares revoltosos nos Açores, sem apoio popular, rendem-se logo sem luta, já na Madeira foi tudo mais complicado, onde os revoltosos conseguiram apoio popular, aproveitando-se do descontentamento gerado pela política económica restritiva do Governo para minorar os efeitos da crise internacional de 1929, nomeadamente a centralização no Estado da importação de cereais, como meio de controlar o seu comércio, que levou à suspensão da importação da farinha e ao consequente aumento do preço do pão. Esta situação foi ainda agravada pela crise económica e pelo desemprego que afetava a Madeira, levando a vários tumultos populares. O levantamento só foi neutralizado a 2 de Maio, após o envio de uma expedição militar que enfrentou as forças revoltosas durante sete dias de combate. 


domingo, março 31, 2013

Boa Páscoa!!




Todos nós, católicos de educação, conhecemos a história da Páscoa: a chegada a Jerusalém de Jesus Cristo representada no Domingo de Ramos; a última ceia; o lava-pés; a Sua Paixão; Que morreu na cruz, foi sepultado e ao terceiro dia ressuscitou, sendo o Domingo do Páscoa é possivelmente o dia mais importante da Religião Católica.

Assim sendo, o que raio tem a ver ovos e coelhos com a morte e ressurreição de Cristo? A origem dos ovos e coelhos é antiga e cheia de lendas. Segundo alguns autores, os anglo-saxões teram sido os primeiros a usar o coelho como símbolo representativo da Páscoa. Outros porém, relacionam-o ao culto da fertilidade celebrado pelos babilónicos e mais tarde levado para o Egito. A partir do século VIII, foi introduzido nas festividades da Páscoa um deus teuto-saxão, isto é, originário dos germanos e ingleses. Era um deus para representar a fertilidade e a luz. “Ostera” ou “Esther” era a deusa da primavera, que era representada a segurar um ovo na mão com um coelho aos seus pés.

Porquê um ovo e um coelho? Pois, o coelho já era reconhecido no Egipto Antigo como um símbolo da fertilidade, sobretudo devido à sua elevada capacidade de reprodução. Por seu lado, o ovo transformou-se no símbolo da própria vida. Embora aparentemente morto, o ovo contém uma vida que surge repentinamente. E foi este o sentido emprestado pelo ovo à Páscoa, que após a morte vem a ressurreição e a vida. A Igreja no século XVIII, adoptou oficialmente o ovo como símbolo da ressurreição de Cristo, sendo santificado um uso originalmente pagão.

Há ainda outra história curiosa. Diz-se que por volta de 1215 na Alsácia, em França, surgiu uma lenda de que um dos coelhinhos da floresta foi o animal escolhido para levar um ninho cheio de ovos (de galinha aparentemente) ao príncipe doente. E que, por essa razão, as pessoas ainda hoje têm o hábito de presentear os amigos com ovos na Páscoa. Felizmente alguém teve a ideia de trocar os ovos de galinha por ovos de chocolate! A verdade é que a ideia principal da ressurreição, da renovação da vida, perdeu-se um pouco pelo caminho, mas os chocolates continuam a vir... supostamente trazidos por um coelhinho!

E porque é que não se come carne na Sexta-feira Santa? O peixe foi o símbolo adoptado pelos primeiros cristãos. Em grego, a palavra peixe era um símbolo da confissão da fé e significava: "Jesus Cristo, filho de Deus e Salvador." Pelo que o costume de comer peixe na Sexta-feira Santa, está então associado ao facto de Jesus ter repartido este alimento entre o povo. Assim a tradição de não se comer carne, prende-se como o facto de Jesus Cristo ter derramado o sangue da sua carne em nosso favor. Peixe em troca da carne. Embora eu continue a dizer que para mim, peixe é carne, mas enfim...

E só há a nossa Páscoa? Aparentemente não! A Páscoa nada tem a ver, directamente, com ovos nem coelhos. A sua origem remonta a tempos mais antigos, quando esta era a festa de passagem do Inverno para a Primavera, normalmente na primeira lua cheia da época das flores (actualmente o mês de Março). Não nos esqueçamos que para os povos da antiguidade, o estar vivo no final do rigoroso inverno era realmente motivo para festejos! 

E ainda tem a versão mais dramática dos Judeus, relatada no Velho Testamento, por ocasião do êxodo do povo de Israel da terra do Egipto. O Faraó não queria libertar os hebreus e, em resposta levou com as dez pragas que caíram sobre ele e seu povo. E se ainda aguentaram nove, a décima arrumou com eles. E de facto, a morte do filho primogénito de todas as famílias (não hebraicas é claro - ou pelo menos daquelas que tivessem a marca de sangue de cordeiro nas portas das casas), pelo anjo da morte que desceu dos céus, convenceria qualquer um. Foi um Faraó, sem filho varão,  que acabou por permitir que o povo de Israel fosse embora, apesar ainda da famosa perseguiçãozita, que levou Moisés a separar as águas do Mar Vermelho e a afogar todos os restantes (não hebreus é claro). Resumindo, em comemoração festeja-se o "Pesach", que literalmente significa "passagem" ou "passar por cima".

A Páscoa Cristã, aquela como nós a conhecemos, foi estabelecida no Concílio de Nicéia, no ano de 325 d.C. Ao adoptar a Páscoa como uma de suas festas, a Igreja Católica, inspirou-se primeiramente nos motivos judaicos: a libertação da escravidão do pecado (ou dos Egípcios); o sacrifício de Cristo (o sacrifício do cordeiro cujo sangue aparece nas portas - "o Cordeiro que tira o pecado do mundo"); etc. Depois foi evoluindo para os ovos, coelhos e chocolateira que hoje conhecemos.

Importa reter: a Páscoa é mais do que ovos e coelhos (apesar de ser tudo o que Google mostra para metemos lá a palavra). Que a Páscoa representa a esperança que da morte nasça a vida e que, todos nós na nossa existência, sejamos capazes do milagre da ressurreição (não literalmente). Sejam felizes. Boas Páscoas!

quarta-feira, março 20, 2013

Primavera, mais cedo?


(Foto: daqui)

Hoje começou a estação da Primavera. Mais precisamente, pelas 5h14 deste dia 20 de Março. Curiosamente ninguém reparou numa pequena curiosidade. Mas então não é certo e sabido que a Primavera começa no dia 21? Então o que é que aconteceu para começar mais cedo? Ou começou mesmo mais cedo?

E não, o mundo não está a acabar. Em termos científico-complicados esta coisa da Primavera começar de todo, mais tarde ou mais cedo, está relacionado com facto de a órbita da Terra à volta do Sol ser elíptica e não circular, e pelo facto de o nosso planeta se encontrar mais próximo do Sol nos primeiros dias de Janeiro. Ou seja, esta maior proximidade ao Sol, faz com que a velocidade da Terra nesta altura do ano seja a maior de toda a sua órbita e, por tal razão, ela se mova mais rapidamente em direção ao equinócio da Primavera (nota: em termos astronómicos, o início desta estação é definido pelo momento em que ocorre o equinócio boreal no hemisfério norte, ou o equinócio austral no hemisfério sul - como dizem os antigos, é quando o dia e a noite têm a mesma duração, ou seja 12 horas).

E nisto o que é mais curioso é que, o período entre dois equinócios primaveris é normalmente 6 horas maior do que um ano comum (365 dias). Na realidade a Primavera de um dado ano inicia-se sempre 6 horas mais tarde do que a Primavera do ano comum anterior, no calendário gregoriano. Tanto que, ao fim de 3 anos, verifica-se um adiantamento de cerca de 18 horas. Porém, como sabemos, de quatro em quatro anos surge um ano bissexto, como foi o caso de 2012. A introdução de um novo dia produz um atraso aparente de 6 horas. E, porque isto anda para trás e para a frente, ao longo de um mesmo século, o equinócio tende a ocorrer mais cedo até que ocorram acertos no calendário por sequência de 7 anos comuns. Parece complicado, não é? 

Agora o mais giro: na verdade, neste século só houve dois anos em que a Primavera ocorreu a 21 de Março (2003 e 2007). E, por exemplo, está previsto que em 2040 a Primavera se inicie no dia 19 de Março.

E esta hein?

terça-feira, março 19, 2013

O Dia do Pai




Hoje festeja-se o dia do Pai. Embora seja uma festa relativamente jovem (a sua institucionalização data apenas do século XX nos Estados Unidos), julga-se que a sua origem remonta à Babilónia, onde, há mais de 4 mil anos, um jovem chamado Elmesu teria moldado em argila o primeiro cartão. Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.

Como quase todas as celebrações da actualidade, o Dia do Pai também foi tomado de assalto pelo espírito comercialista dos nossos dias. Porém, é uma data que tem alguns méritos: é um dia onde o direito do pai a estar com os seus filhos é mais relevante (com particular evidência nos casais separados); de ser uma "desculpa" para que os filhos procurem estar com os seus pais, particularmente aqueles que não se encontram ou se falam todos os dias; e de por as crianças, nas escolas, a trabalhar especificamente para este dia (muitas vezes "obrigando" os pais a irem à escola).

Felizmente tenho a felicidade de ter o meu pai perto de mim, mesmo que, um dia ou outro possamos não nos encontrar. Por isso meu pai, os meus parabéns (que são mais para mim, porque eu é que tenho a sorte de ser o filho). E como Elmesu, também eu desejo sorte, saúde e longa vida a ti, meu pai!

quinta-feira, março 14, 2013

O Papa Francisco


 (Foto: AFP Photo / Vincenzo Pinto)

E ao segundo dia de conclave e após cinco votações, o cardeal Jorge Mário Bergoglio sucede a Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI. 

O fumo branco saiu às 18h06 (hora de Portugal) da chaminé da Capela Sistina, indicando que um nome recolheu os votos de dois terços dos cardeais. Uma hora depois, o Papa Francisco, o nome adoptado por Bergoglio, falou pela primeira aos seus fiéis: "Vocês sabem que o dever do conclave era dar um bispo a Roma. Parece que os meus irmãos cardeais foram quase até ao fim do mundo para me buscar. Mas aqui estamos". Começa bem, com um discurso leve e bem humorado.

Este argentino de 76 anos, que agora assume a responsabilidade do Vigário de Cristo, será o primeiro latino-americano e o primeiro jesuíta a dirigir a Igreja Católica. É muita responsabilidade e cá estaremos para ver o seu trabalho.

A título de curiosidade, em quase 34 anos, já vou no meu terceiro Papa...

quarta-feira, fevereiro 20, 2013

3 anos depois: só não sabe quem não quer!




Faz hoje 3 anos desde o terrível aluvião e deslizamento de terras na nossa Madeira, que matou (oficialmente) 46 pessoas, e deixou muita gente sem casa. Porque a memória dos homens tem sempre a tendência de ser curta, nunca deixa de ser conveniente relembrar, nem que seja para que os erros humanos que potenciaram ou agravaram o incidente natural não sejam repetidos.

Numa ilha como a Madeira, com as suas condições geomorfológicas e meteorológicas, a sua população está permanentemente sujeita a situações de riscos naturais, da mais variada índole. Desde a mais comuns (aluviões, fogos, deslizamentos, desabatementos) e outras mais raras (transporte de substâncias perigosas, os acidentes industriais graves, os sismos).

Mas há uma que me chamou à colação. A possibilidade de erupção vulcânica. Algo que nem o mais antigo dos madeirenses põe sequer em consideração.

Numa passagem interessante da sua tese de mestrado da Dra. Maria Justina Pio Fernandes, pode-se ler: "O risco vulcânico também deve ser considerado, pois e segundo Prada (2000), a ilha da Madeira atravessa um período de inactividade eruptiva, por ainda existir actividade vulcânica secundária incipiente. Conclusões que resultam, das análises recolhidas aquando da abertura do túnel rodoviário Rosário/Serra de Água e da galeria da Fajã da Ama, onde foram encontradas, associadas a falhas, nascentes de água quente, com elevados teores de CO2 livres. As referidas análises demonstraram existir CO2 em grande quantidade (cerca de 8%) e a persistência da saída de gases ao longo da falha, indica não se tratar de gases acumulados nas rochas, mas sim, associadas a uma manifestação vulcânica incipiente". (Riscos no Concelho da Ribeira Brava movimentos de vertente cheias rápidas e inundações, 2009, cáp. VI, página 132)

E esta obra é de 2009 e, para além da situação vulcanica, aborda todos os riscos inerentes e potenciais da ilha, mormente os deslizamentos de terra e as cheias rápidas, antes do fatídico 20 de Fevereiro de 2010. É caso para dizer que só não sabe quem não quer...