(Foto: fonte aqui)
Ontem assisti à exibição pirotécnica da Rússia a contar para o Concurso Internacional de Pirotecnia da Madeira, inserido como habitualmente no cartaz do Festival Atlântico. Como a maioria já sabe, até porque o Festival tem vindo a tornar-se gradualmente num cartaz turístico da Ilha, neste concurso realizam-se quatro espectáculos piromusicais apresentados aos sábados à noite, no qual colocam em competição 4 países diferentes que disputam um troféu atribuído por um júri de 9 elementos. O troféu Pérola do Atlântico, prémio atribuído por votação do publico.
O espectáculo foi bonito e à medida que decorria dei por mim a pensar como o homem é mesmo capaz do melhor e do pior. À medida que as explosões coloridas seguiam o ritmo da música do "Fantasma da Ópera" e iluminavam o céu da baía do Funchal, noutra parte do mundo oito pessoas morriam em explosão de bomba num mercado do Paquistão.
Para ambas as situações o método é o mesmo - combustão e mistura de TNT, nitroglicerina, pólvora ou outros compostos semelhantes. O uso é que é outro. E isto é que me deixa a pensar. Antes o Festival, sempre.
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