quarta-feira, agosto 01, 2007

Terminal 2


A partir de hoje as partidas domésticas do Aeroporto de Lisboa passam a fazer-se pelo Terminal 2. Os passageiros com origem em Lisboa e destino para aeroportos do território nacional (Faro, Porto, Bragança, Vila Real, Madeira e Açores) passam a embarcar no T2.

Ocupando uma área total de 7 700 metros quadrados, o novo terminal dispõe de uma zona de check-in com 22 balcões, 6 quiosques para check-in electrónico e 12 portas de embarque, uma das quais destinada a passageiros em transferência para voos domésticos. Esta nova estrutura conta ainda com uma área de espera com capacidade para 360 pessoas, um espaço destinado à restauração e comércio e dois lounges. Só não tem parque de estacionamento, McDonald's ou cestos de lixo nas casas de banho.

Mas vamos ao essencial: como lá chegar...

O Terminal 2 fica a três minutos, de carro, do local de entrada para as partidas no terminal principal. Onde, aliás, haverá um serviço permanente de transporte, entre as quatro horas da manhã e a meia-noite - o chamado "shutle"; Inclui-se neste leque quem opta por alugar carro em Lisboa e que, depois, o deixa no aeroporto. Haverá igualmente autocarros da carris e táxis que servirão aquela área.

Quem chegar ao aeroporto de táxi ou no carro de alguém particular, pode fazê-lo directamente para o Terminal 2, através da antiga ligação com a 2ª Circular, na estrada que descia da Alameda das Comunidades Portuguesas, que antecede a zona das partidas. Agora passa a ser exclusivamente para a entrada e saída do Terminal 2, sendo que quem pretender seguir pela 2ª Circular numa direcção qualquer, terá de ir até à Rotunda do Relógio, e, dali, seguir o rumo pretendido.

Em termos práticos este novo Terminal para as viagens domésticas vem em parte facilitar a vida de todos nós, evitando a "mistura" com os voos internacionais e confusão que normalmente é aquele aeroporto. Ter um terminal exclusivamente dedicado a este serviço nacional obviamente que facilitará a vida dos utentes. Mais chato é a questão das acessibilidades, nomeadamente ter de ficar dependente de uma ligação de autocarro (no caso de carros de aluguer ou veículo próprio - já que não existe parque de estacionamento) entre o T1 e o T2, mesmo que curta. Mas como tudo na vida, é uma questão de rotina e de habituação.

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