Desejo um óptimo 2005 a todos os meus amigos, conhecidos, e ao mundo em geral. Que 2005 traga sabedoria e bom senso, fortuna e felicidade, conforto e solidariedade. Que haja comida nos pratos onde faz falta, que haja dinheiro nas carteiras vazias, que haja saúde a quem enferma, que sejamos capazes de tornar este terceiro calhau a contar do sol, um lugar bonito e agradável de viver.
Quanto a mim, que 2005 me traga o que 2004 começou. Felicidades a todos!
sexta-feira, dezembro 31, 2004
quarta-feira, dezembro 29, 2004
SOS Crianças da Ásia
Comité Português para a UNICEF lança apelo de solidariedade para com as vítimas da catástrofe que assolou os países do sudeste asiático.
Os escritórios da UNICEF nos países do sul e sudeste da Ásia estão a avaliar os danos provocados pelo sismo de Sumatra que provocou uma série de tsunamis na manhã do dia 26 de Dezembro, causando a morte de milhares de pessoas e deixando centenas de milhares de famílias e crianças em perigo.
O pessoal no terreno calcula que um terço das vítimas mortais e dos desalojados são crianças. É de prever que o número de mortos aumente nos próximos dias. Ao longo da costa vivem milhares de comunidades e famílias pobres em habitações precárias que não resistiram à fúria das vagas.
A UNICEF está a trabalhar com as autoridades nacionais e locais das zonas atingidas pela catástrofe e com outras agências das NU para preparar ajuda de emergência, que deverá dar prioridade à distribuição de pastilhas para purificar a água, contentores, tendas, cobertores, sais de reidratação oral, kits de saúde e biscoitos de alto teor energético. No armazém central da UNICEF em Copenhaga estão já a postos bens de primeira necessidade que poderão ser enviados a qualquer momento.
O Comité Português para a UNICEF lança hoje um apelo de angariação de fundos para apoiar as famílias e as crianças afectadas pela terrível catástrofe que espalhou o caos e a destruição e no sudeste asiático:
Apelo “SOS Crianças da Ásia”, conta CGD NIB 003501270002824123054 , através de cheque ou vale postal dirigido ao Comité Português para a UNICEF, Av. António Augusto Aguiar, 56, 3º Esq. 1069-115 Lisboa ou em www.unicef.pt .
Os escritórios da UNICEF nos países do sul e sudeste da Ásia estão a avaliar os danos provocados pelo sismo de Sumatra que provocou uma série de tsunamis na manhã do dia 26 de Dezembro, causando a morte de milhares de pessoas e deixando centenas de milhares de famílias e crianças em perigo.
O pessoal no terreno calcula que um terço das vítimas mortais e dos desalojados são crianças. É de prever que o número de mortos aumente nos próximos dias. Ao longo da costa vivem milhares de comunidades e famílias pobres em habitações precárias que não resistiram à fúria das vagas.
A UNICEF está a trabalhar com as autoridades nacionais e locais das zonas atingidas pela catástrofe e com outras agências das NU para preparar ajuda de emergência, que deverá dar prioridade à distribuição de pastilhas para purificar a água, contentores, tendas, cobertores, sais de reidratação oral, kits de saúde e biscoitos de alto teor energético. No armazém central da UNICEF em Copenhaga estão já a postos bens de primeira necessidade que poderão ser enviados a qualquer momento.
O Comité Português para a UNICEF lança hoje um apelo de angariação de fundos para apoiar as famílias e as crianças afectadas pela terrível catástrofe que espalhou o caos e a destruição e no sudeste asiático:
Apelo “SOS Crianças da Ásia”, conta CGD NIB 003501270002824123054 , através de cheque ou vale postal dirigido ao Comité Português para a UNICEF, Av. António Augusto Aguiar, 56, 3º Esq. 1069-115 Lisboa ou em www.unicef.pt .
O Fantasma da Ópera
Por entre as sombras do teatro onde vive Christine Daae (Emmy Rossum), a inocente menina do coro, a voz dele chama por ela, estimulando o seu extraordinário talento. Só uma bailarina do corpo de bailado, Madame Giry (Miranda Richardson), sabe que o misterioso Anjo da Música de Christine é, na verdade, o Fantasma (Gerard Butler), um desfigurado génio musical que habita as catacumbas do teatro, aterrorizando o grupo de artistas que ali vive e trabalha. Quando a temperamental diva La Carlotta (Minnie Driver) abandona a última produção da companhia a meio dos ensaios, os novos gerentes não têm outra opção senão confiar em Christine como protagonista. A hipnotizante noite de estreia seduz não só o público como o Fantasma, que faz dela a sua protegida e tudo fará para a tornar a próxima estrela. Mas ele não é o único enfeitiçado pela jovem soprano: Christine depressa se verá cortejada pelo Visconde Raoul de Chagny, o rico benfeitor. Embora encantada pelo seu carismático mentor, Christine é, indiscutivelmente, atraída pelo belo Raoul, enfurecendo o Fantasma e criando uma atmosfera propícia ao dramático crescendo de grandes paixões, ciúmes violentos e amores obsessivos que ameaçam conduzir os infelizes amantes para um beco sem saída.
Andrew Lloyd Webber, um dos mais conhecidos produtores e compositores de musicais ("Jesus Christ Superstar", "Evita", "Cats") adaptou para a Broadway "O Fantasma da Ópera", romance de Gaston Leroux (1911) e em, em 1998, propôs ao realizador Joel Schumacher dirigir a versão cinematográfica.
É um filme fenomenal. 8/10
terça-feira, dezembro 28, 2004
A contagem de mortos continua
A morte chegou do mar e é junto ao mar que se chora, nas costas do Índico. É também na areia, entre destroços, que se vão encontrando mais e mais cadáveres, numa colheita macabra que parece não ter um fim à vista. Sabia-se que o número de vítimas mortais causadas pelo maior sismo dos últimos 40 anos - 8,9 na escala de Richter - ia seguramente aumentar. Talvez mesmo até duplicar e chegar aos mais de 23 mil mortos confirmados ontem ao final do dia. O que não se previa era que, mais de 24 horas depois do abalo e do tsunami que se seguiu, varrendo as costas de oito países do sudeste asiático, houvesse ainda a indicação que mais de 30 mil pessoas continuavam desaparecidas.
Com as estatísticas a serem actualizadas quase hora a hora, o Sri Lanka era, até ontem ao final do dia, o país mais afectado pela sucessão de ondas gigantes que arrastaram pessoas, destruíram casas e provocaram estragos em aldeias inteiras. O próprio primeiro ministro da Indonésia afirmou publicamente que, só no seu país, são estimados cerca de 25 mil mortos, por entre muitos ainda desaparecidos.
A Cruz Vermelha lançou um apelo para donativos de cinco milhões de euros para ajudar 500.000 pessoas no Sri Lanka, um dos países mais atingidos pelo maremoto, que só neste país fez perto de 11.000 mortos, num total de pelo menos 23.500 vítimas mortais numa dezena de países, e dezenas de milhares de desaparecidos, segundo dados da Cruz Vermelha.
Um responsável das questões humanitárias da ONU afirmou ontem por seu lado, que o maremoto na Ásia causou "milhares de milhões de dólares" de estragos e será necessária a "maior operação" de ajuda humanitária da história das Nações Unidas. "O custo dos estragos será avaliado em milhares de milhões dólares. Provavelmente serão muitos milhares de milhões de dólares", disse Jan Egeland, secretário-geral adjunto, encarregado das questões humanitárias. Egeland relembrou que há um ano a ONU lançou a mais vasta operação humanitária da sua história após o sismo de Bam, no Irão em 2003. "Lançámos a mais vasta operação de socorro da história. Penso que vamos fazer mais (na Ásia) e que devemos fazer mais, porque se trata de uma grande catástrofe", precisou.
Com as estatísticas a serem actualizadas quase hora a hora, o Sri Lanka era, até ontem ao final do dia, o país mais afectado pela sucessão de ondas gigantes que arrastaram pessoas, destruíram casas e provocaram estragos em aldeias inteiras. O próprio primeiro ministro da Indonésia afirmou publicamente que, só no seu país, são estimados cerca de 25 mil mortos, por entre muitos ainda desaparecidos.
A Cruz Vermelha lançou um apelo para donativos de cinco milhões de euros para ajudar 500.000 pessoas no Sri Lanka, um dos países mais atingidos pelo maremoto, que só neste país fez perto de 11.000 mortos, num total de pelo menos 23.500 vítimas mortais numa dezena de países, e dezenas de milhares de desaparecidos, segundo dados da Cruz Vermelha.
Um responsável das questões humanitárias da ONU afirmou ontem por seu lado, que o maremoto na Ásia causou "milhares de milhões de dólares" de estragos e será necessária a "maior operação" de ajuda humanitária da história das Nações Unidas. "O custo dos estragos será avaliado em milhares de milhões dólares. Provavelmente serão muitos milhares de milhões de dólares", disse Jan Egeland, secretário-geral adjunto, encarregado das questões humanitárias. Egeland relembrou que há um ano a ONU lançou a mais vasta operação humanitária da sua história após o sismo de Bam, no Irão em 2003. "Lançámos a mais vasta operação de socorro da história. Penso que vamos fazer mais (na Ásia) e que devemos fazer mais, porque se trata de uma grande catástrofe", precisou.
Romário assume o fim da carreira
O ex-internacional brasileiro Romário anunciou hoje que a sua carreira de futebolista tinha chegado ao fim. «Parei. Não posso mais. Não tenho mais vontade», confirmou Romário, em declarações ao jornal brasileiro Globo.O goleador brasileiro revelou ainda que pretende realizar um jogo de despedida no mítico Maracanã: «Penso em jogar a primeira parte com a camisa do Vasco e o segundo tempo com a do Flamengo.»
Para mim, um dos melhores avançados de todos os tempos, pendura as chuteiras, depois de uma carreira longa, vitoriosa, e recheada de muitos e muitos golos.
FIFA World Player 2004
Ronaldinho Gaúcho foi o melhor do Mundo em 2004
Ronaldinho Gaúcho, colega de equipa do luso-brasileiro Deco no FC Barcelona, foi eleito pela FIFA como melhor jogador do Mundo em 2004. Dos 35 futebolistas apresentados aos seleccionadores e capitães de selecções de futebol, Ronaldinho reuniu um total de 620 votos, contra 552 do gaulês Thierry Henry, campeão inglês pelo Arsenal, e 253 do ucraniano Andrei Shevchenko, companheiro de equipa de Rui Costa no AC Milão, igualmente vencedor do campeonato italiano. Com 24 anos e já campeão do Mundo no Coreia Sul/Japão2002 pela selecção brasileira, Ronaldinho sucede ao francês Zinedine Zidane como detentor deste troféu.
Na lista dos melhores da FIFA, Portugal esteve representado pelos três internacionais, Deco, Luís Figo e Cristiano Ronaldo. Deco, apesar da Liga dos Campeões conquistada ao serviço do FC Porto e do segundo lugar no Euro2004, ficou-se pela sétima posição, tendo reunido 96 votos. Luís Figo, vencedor em 2001, só reuniu 35 votos, quedando-se por um modesto 15º lugar. O jogador do Real Madrid foi mesmo suplantando pelo jovem Cristiano Ronaldo, actualmente no Manchester United, e que alcançou a 13ª posição, com 45 votos.
Gosto muito do Ronaldinho, que é para mim um jogador fantástico. Mas, em 2004, o jogador em maior destaque foi sem dúvida o Deco. Pelo FCP ganhou o campeonato nacional, a supertaça nacional e a Liga dos Campeões da UEFA, sendo eleito o melhor jogador da final e da UCL. Pela selecção foi vice-campeão europeu, integrando o melhor 11 do Portugal Euro 2004.
Para mim o prémio ia para o Deco. Mas como sempre, provavelmente ganha para o ano.
Ronaldinho Gaúcho, colega de equipa do luso-brasileiro Deco no FC Barcelona, foi eleito pela FIFA como melhor jogador do Mundo em 2004. Dos 35 futebolistas apresentados aos seleccionadores e capitães de selecções de futebol, Ronaldinho reuniu um total de 620 votos, contra 552 do gaulês Thierry Henry, campeão inglês pelo Arsenal, e 253 do ucraniano Andrei Shevchenko, companheiro de equipa de Rui Costa no AC Milão, igualmente vencedor do campeonato italiano. Com 24 anos e já campeão do Mundo no Coreia Sul/Japão2002 pela selecção brasileira, Ronaldinho sucede ao francês Zinedine Zidane como detentor deste troféu.
Na lista dos melhores da FIFA, Portugal esteve representado pelos três internacionais, Deco, Luís Figo e Cristiano Ronaldo. Deco, apesar da Liga dos Campeões conquistada ao serviço do FC Porto e do segundo lugar no Euro2004, ficou-se pela sétima posição, tendo reunido 96 votos. Luís Figo, vencedor em 2001, só reuniu 35 votos, quedando-se por um modesto 15º lugar. O jogador do Real Madrid foi mesmo suplantando pelo jovem Cristiano Ronaldo, actualmente no Manchester United, e que alcançou a 13ª posição, com 45 votos.
Gosto muito do Ronaldinho, que é para mim um jogador fantástico. Mas, em 2004, o jogador em maior destaque foi sem dúvida o Deco. Pelo FCP ganhou o campeonato nacional, a supertaça nacional e a Liga dos Campeões da UEFA, sendo eleito o melhor jogador da final e da UCL. Pela selecção foi vice-campeão europeu, integrando o melhor 11 do Portugal Euro 2004.
Para mim o prémio ia para o Deco. Mas como sempre, provavelmente ganha para o ano.
segunda-feira, dezembro 27, 2004
Lemony Snicket's: Uma Série de Desgraças
Violet, Klaus e Sunny Baudelaire são três jovens irmãos que recebem uma terrível notícia: os pais morreram num incêndio e eles terão de encontrar um novo lar. Os pais deixaram-lhes uma enorme fortuna, mas os irmãos só poderão usufruir do dinheiro quando forem maiores de idade. Até lá, terão de viver com um familiar que tome conta deles. Mas os irmãos parecem atrair toda a espécie de desgraças. E tudo piora quando vão viver para casa do Tio Olaf (Jim Carrey), um parente distante e ganancioso que vai tentar tudo para lhes roubar a fortuna.
Fiquei positivamente surpreendido com este filme. Fez-me lembrar velhos clássicos do cinema moderno, desde os antigos filmes Disney, a todo o universo Tim Burtin. Destaco os 2 irmãos, sobretudo a jovem Emily Browning (Violet) e, é claro, Jim Carey, que sem aglutinar o filme à sua volta, cria 3 personagens fantásticas.
A não perder. 7/10
Sismo na Ásia mata milhares
Maremotos fizeram mais de 11.500 mortos.
Mais de 11.500 pessoas morreram nos maremotos registados esta manhã no sudeste asiático, após um forte sismo, cujo epicentro foi situado ao largo da costa da ilha indonésia de Sumatra. De acordo com os últimos balanços dos sete países mais afectados pelo sismo - Sri Lanka, Índia, Indonésia, Tailândia, Malásia, Maldivas e Bangladesh -, além dos mortos, existem milhares de feridos e milhões de desalojados.
Na Indonésia, o país com o maior número de vítimas mortais, morreram 4185 pessoas, segundo o último balanço do Ministério da Saúde de Jacarta. No Sri Lanka, 4300 perderam a vida, tendo 1600 outras ficado feridas. Várias centenas são dadas como desaparecidas. A Índia confirma, para já, 2606 mortos, sendo que a sua maioria (1567) são do estado de Tamil Nadu. Na Tailândia, onde seis portugueses são dados como desaparecidos na ilha de Phuket, morreram 310 pessoas e cinco mil ficaram feridas. Quarenta e duas pessoas morreram na Malásia, onde várias pessoas são dadas como desaparecidas no noroeste do país, nomeadamente na ilha turística de Penang. Aqui 21 pessoas perderam a vida devido ao sismo, segundo o vice-primeiro-ministro, Najib Razak, e responsáveis locais.Nas Maldivas, são 15 vítimas mortais confirmadas, para já, e no Bangladesh duas.
O sismo ocorrido hoje, com uma magnitude de 8,9 na escala aberta de Richter, é o quinto mais violento registado desde 1900 e o maior ocorrido desde o sismo de 1964 na baía de Prince William, no Alasca, indicou o Instituto Geológico norte-americano (USGS). O mesmo instituto já registou mais de uma dezena de fortes réplicas deste sismo com mais de cinco graus de magnitude.
Toda a ajuda agora é pouca. A destruição e o caos são enormes. É mais uma forma da Mãe Natureza de mostrar quem manda neste planeta. Continuamos impotentes face à fúria dos elementos. Agora, cabe "lamber" as feridas e ajudar aqueles pobres desgraçados.
Mais de 11.500 pessoas morreram nos maremotos registados esta manhã no sudeste asiático, após um forte sismo, cujo epicentro foi situado ao largo da costa da ilha indonésia de Sumatra. De acordo com os últimos balanços dos sete países mais afectados pelo sismo - Sri Lanka, Índia, Indonésia, Tailândia, Malásia, Maldivas e Bangladesh -, além dos mortos, existem milhares de feridos e milhões de desalojados.
Na Indonésia, o país com o maior número de vítimas mortais, morreram 4185 pessoas, segundo o último balanço do Ministério da Saúde de Jacarta. No Sri Lanka, 4300 perderam a vida, tendo 1600 outras ficado feridas. Várias centenas são dadas como desaparecidas. A Índia confirma, para já, 2606 mortos, sendo que a sua maioria (1567) são do estado de Tamil Nadu. Na Tailândia, onde seis portugueses são dados como desaparecidos na ilha de Phuket, morreram 310 pessoas e cinco mil ficaram feridas. Quarenta e duas pessoas morreram na Malásia, onde várias pessoas são dadas como desaparecidas no noroeste do país, nomeadamente na ilha turística de Penang. Aqui 21 pessoas perderam a vida devido ao sismo, segundo o vice-primeiro-ministro, Najib Razak, e responsáveis locais.Nas Maldivas, são 15 vítimas mortais confirmadas, para já, e no Bangladesh duas.
O sismo ocorrido hoje, com uma magnitude de 8,9 na escala aberta de Richter, é o quinto mais violento registado desde 1900 e o maior ocorrido desde o sismo de 1964 na baía de Prince William, no Alasca, indicou o Instituto Geológico norte-americano (USGS). O mesmo instituto já registou mais de uma dezena de fortes réplicas deste sismo com mais de cinco graus de magnitude.
Toda a ajuda agora é pouca. A destruição e o caos são enormes. É mais uma forma da Mãe Natureza de mostrar quem manda neste planeta. Continuamos impotentes face à fúria dos elementos. Agora, cabe "lamber" as feridas e ajudar aqueles pobres desgraçados.
sábado, dezembro 25, 2004
Feliz Natal
Do fundo do coração desejo a todos um...
... cheio de coisas boas no sapatinho, polvilhado de muita paz, amor e saúde.
... c
... cheio de coisas boas no sapatinho, polvilhado de muita paz, amor e saúde.
... c
sexta-feira, dezembro 24, 2004
O Novo Harry Potter
"Harry Potter and the Half-Blood Prince", o sexto livro das aventuras do jovem feiticeiro, de J.K.Rowling, será publicado a 16 de Julho de 2005, anunciou esta semana em Londres a editora Bloomsbury Publishing. A escritora britânica J.K.Rowling afirma, na sua página da Internet (www.jkrowling.com), estar satisfeita com o manuscrito e feliz com o resultado final do sexto livro. Em Outubro, a escritora anunciou que vai "matar" outra personagem do livro mas adiantou que não será o protagonista.
No último livro da saga, "Harry Potter e a Ordem de Fénix", publicado em Junho de 2003, a autora "matou" a personagem Sirius Black, padrinho do pequeno feiticeiro.
Joanne Kathleen Rowling, de 39 anos e que está grávida do terceiro filho, deixou claro em várias ocasiões que só escreveria sete livros das aventuras de Harry Potter e sugeriu que no último o protagonista poderia morrer. Com uma fortuna superior a 400 milhões de dólares, maior do que a da Rainha Isabel II, J.K.Rowling é a mulher mais rica do Reino Unido.
Harry Potter é considerado um fenómeno sem precedentes na história da literatura, tendo as cinco primeiras obras do jovem feiticeiro vendido 300 milhões de exemplares em todo o mundo.
quarta-feira, dezembro 22, 2004
MARITIMO x FCP
Hoje é dia de jogo grande! Maritimo x FCP. O Maritimo não tem andado bem ultimamente. E já não ganhamos há 6 jogos. Mas acredito e tenho esperança que a equipa consiga um bom resultado hoje, independentemente do enorme valor do Porto.
O jogo é hoje às 20h30, no Estádio do Barreiros, no Funchal, partida em atraso da 14.ª jornada da Superliga.
Com arbitragem de Carlos Xistra (Castelo Branco), as equipas prováveis são as seguintes:
MARÍTIMO – Marcos; Luís Filipe, Tonel, Van der Gaag e Briguel; Chainho, Wénio e Bino; Alan, Pena e Manduca.
FC PORTO – Vítor Baía; Seitaridis, Pedro Emanuel, Ricardo Costa e Areias; Costinha; Bosingwa, Diego e Derlei; McCarthy e Luís Fabiano.
FORÇA MARITIMO!!!
O jogo é hoje às 20h30, no Estádio do Barreiros, no Funchal, partida em atraso da 14.ª jornada da Superliga.
Com arbitragem de Carlos Xistra (Castelo Branco), as equipas prováveis são as seguintes:
MARÍTIMO – Marcos; Luís Filipe, Tonel, Van der Gaag e Briguel; Chainho, Wénio e Bino; Alan, Pena e Manduca.
FC PORTO – Vítor Baía; Seitaridis, Pedro Emanuel, Ricardo Costa e Areias; Costinha; Bosingwa, Diego e Derlei; McCarthy e Luís Fabiano.
FORÇA MARITIMO!!!
Ferias!!!
Hoje! Dia 22 de Dezembro! Fecham os tribunais e fecha o escritório. Começam as férias de Natal. Maravilha. Uns dias de descanso que vão ser aproveitados ao máximo!
terça-feira, dezembro 21, 2004
"Gato Fedorento" em DVD
Queria aqui anunciar faz favor, que isto aqui, que isto aqui é a compilação dos melhores sketches do "Gato Fedorento" já existe em DVD. Está a venda e faça favor adquirir.
Ou vocês são daqueles que falam, falam, falam...
Afinal... já não vem!
Cancelado.
É a dura realidade. Mas já não vai haver Bryan Adams na Madeira. Ou outro artista qualquer de renome este ano. Esta triste notícia foi confirmada pelos serviços da Vice-Presidência, responsável pelos eventos do Madeira Região Europeia 2004.
Vamos acabar o ano sem nenhum espectáculo musical de relevo, com a excepção das habituais festas de fim de ano, como é óbvio.
Quem sabe se para o ano teremos mais sorte?...
É a dura realidade. Mas já não vai haver Bryan Adams na Madeira. Ou outro artista qualquer de renome este ano. Esta triste notícia foi confirmada pelos serviços da Vice-Presidência, responsável pelos eventos do Madeira Região Europeia 2004.
Vamos acabar o ano sem nenhum espectáculo musical de relevo, com a excepção das habituais festas de fim de ano, como é óbvio.
Quem sabe se para o ano teremos mais sorte?...
segunda-feira, dezembro 20, 2004
Já cheira a Natal...
Já cheira a Natal nas ruas do Funchal. As ruas já estão iluminadas, as compras quase todas feitas, as feiras montadas, e até o tempo tem ajudado.
O Natal é aquela altura mais "especial" do ano. Não que me diga lá grande coisa em termos religiosos, confesso, mas é uma belíssima desculpa para reunir a família e passar uns tempinhos agradáveis. E depois, as pessoas, sei lá, comportam-se de forma mais amigável, mais simpática. É pena que seja só por alguns dias...
Mas Natal é Natal! E assim sendo... FELIZ NATAL A TODOS!
O Natal é aquela altura mais "especial" do ano. Não que me diga lá grande coisa em termos religiosos, confesso, mas é uma belíssima desculpa para reunir a família e passar uns tempinhos agradáveis. E depois, as pessoas, sei lá, comportam-se de forma mais amigável, mais simpática. É pena que seja só por alguns dias...
Mas Natal é Natal! E assim sendo... FELIZ NATAL A TODOS!
sexta-feira, dezembro 17, 2004
Pentagon Strike 9/11
Este é um pequeno vídeo flash que nos mostra alguns dos factos não revelados sobre o ataque ao edifício do Pentágono, em Washington, nos Estados Unidos, no fatídico 11 de Setembro de 2001. Tem algumas considerações que, no mínimo, fazem-nos pensar...
Cada vez mais vou reforçando a ideia que há "marosca" por detrás destes terríveis ataques. Poderia um Governo decidir atacar as suas próprias cidades? Com que objectivo? Será que George W. Bush e todo o seu staff, bem como os seus poderosos lobbies, seriam capazes de tal atrocidade?
Cada vez mais tenho a certeza que sim... é perfeito. A destruição de 2 edifícios, a morte de alguns milhares de pessoas, perfeitamente dispensáveis, deu-lhe carta branca, para em pouco mais de 3 anos, unilateralmente, estenderem o seu domínio ao médio oriente. Primeiro o Afeganistão. Depois o Iraque. A mensagem passou. A Arábia Saudita, a Síria e o Irão perceberam.
"Os fins justificam os meios" - Maquievel
Mas vejam lá o vídeo. Depois digam-me o que acham.
http://www.freedomunderground.org/memoryhole/pentagon121.swf
Cada vez mais vou reforçando a ideia que há "marosca" por detrás destes terríveis ataques. Poderia um Governo decidir atacar as suas próprias cidades? Com que objectivo? Será que George W. Bush e todo o seu staff, bem como os seus poderosos lobbies, seriam capazes de tal atrocidade?
Cada vez mais tenho a certeza que sim... é perfeito. A destruição de 2 edifícios, a morte de alguns milhares de pessoas, perfeitamente dispensáveis, deu-lhe carta branca, para em pouco mais de 3 anos, unilateralmente, estenderem o seu domínio ao médio oriente. Primeiro o Afeganistão. Depois o Iraque. A mensagem passou. A Arábia Saudita, a Síria e o Irão perceberam.
"Os fins justificam os meios" - Maquievel
Mas vejam lá o vídeo. Depois digam-me o que acham.
http://www.freedomunderground.org/memoryhole/pentagon121.swf
quinta-feira, dezembro 16, 2004
Projecto "Mesa"
Dancei para te ver aqui,
eu sei que nada mais pode me ajudar.
É do nono andar?
Sim, quis pedir ajuda, mas a língua estava morta.
Sei lá! Parei de olhar,
tenho uma corda acesa prestes a queimar.
Não és capaz de me levar a sério.
Vou saltar em teu lugar.
- Luz Vaga
Os MESA nasceram em 2000, depois de passarem algum tempo em laboratório. O álbum de estreia é editado a 19 de Maio de 2003. A recepção da crítica é excelente e os MESA assumem-se de imediato com um dos projectos mais promissores da música portuguesa. O single "Esquecimento" recebe um forte apoio de rádios nacionais. No final do ano passado, é reditado o álbum, com forte apoio da EMI Portugal, que se torna num elemento indispensável das rádios portuguesas.
O single "Luz Vaga", com a participação de Rui Reininho dos GNR, tem levado o grupo aos topos nacionais.
Eu já tenho o álbum e tenho obrigatoriamente que dizer que é muito bom.
quarta-feira, dezembro 15, 2004
Uma crítica ao país...
Bem real, bem actual...
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta (...).
Uma burguesia, cívica e políticamente corrupta ate à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados (?) na vida íntima, descambam na vida publica em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na politica portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro (...).
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do país e exercido ao acaso da herança, pelo primeiro que sai dum ventre, como da roda duma lotaria.
A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas; dois partidos (...), sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes (...) vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se amalgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar (...)".
Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta (...).
Uma burguesia, cívica e políticamente corrupta ate à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados (?) na vida íntima, descambam na vida publica em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na politica portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro (...).
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do país e exercido ao acaso da herança, pelo primeiro que sai dum ventre, como da roda duma lotaria.
A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas; dois partidos (...), sem ideias, sem planos, sem convicções, incapazes (...) vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero, e não se amalgando e fundindo, apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar (...)".
Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896
terça-feira, dezembro 14, 2004
Jogo contra a pobreza
Hoje realizou-se em Madrid o "Jogo contra a pobreza". Organizado pelo Ronaldo e pelo Zidane, juntou um sem número de caras conhecidas, tais como Figo, Beckham, Schumacher, Carlos Sainz, num jogo de futebol, cujas receitas revertiam totalmente a favor da luta mundial contra a pobreza.
Cerca de 65 mil pessoas juntaram-se no Santiago Barnabéu, apesar da ameaça de bomba na passada segunda feira neste mesmo local, para assistir a uma partida descontraída onde o resultado foi o menos importante.
A luta contra a fome e a pobreza é algo para qual todos nós podemos contribuir um pouco. Seja ajudado financeiramente ou patrimonialmente, seja pressionando quem de direito decide, para que de uma vez por todas todos os seres humanos possam, no mínimo viver com dignidade.
DVD RW - Uma necessidade
Finalmente já está instalada uma peça que tornar-se-á fundamental nas minhas lides informáticas. Um gravador DVD. Cada vez mais os DVD's são o futuro. Cassetes já são parte da história. E mais ano menos ano, os cds seguirão esse mesmo caminho.
Por isso... o DVD-RW já cá canta!
Por isso... o DVD-RW já cá canta!
segunda-feira, dezembro 13, 2004
A Caminho dos Óscares
Os nomeados para os prestigiados Globos de Ouro, foram conhecidos hoje.
Os Globos de Ouro são reconhecidamente as antevisões para os óscares, dando sempre dicas muito importantes, sobre quem irá ser nomeado e eventualmente ganhar a mais pretendida estatueta.
Este ano destaca-se o filme "The Aviator" de Martin Scorcese, sobre o legendário director e aviador Howard Hughes, con várias nomeações, incluindo melhor filme dramático, melhor actor (Leonardo Di Caprio)e o próprio Scorcese na categoria de melhor realizador.
Outros destaques como o filme "Ray" sobre o já falecido Ray Charles, "Sideways", "Finding Neverland" e "Eternal Sunshine of the Spotless Mind", com Jim Carey e Kate Winslet.
A cerimónia da entrega dos 62º Globos de Ouro realizar-se-á a 16 de Janeiro de 2005.
Para a lista completa, visitem http://www.imdb.com/features/rto/2005/goldenglobes
Os Globos de Ouro são reconhecidamente as antevisões para os óscares, dando sempre dicas muito importantes, sobre quem irá ser nomeado e eventualmente ganhar a mais pretendida estatueta.
Este ano destaca-se o filme "The Aviator" de Martin Scorcese, sobre o legendário director e aviador Howard Hughes, con várias nomeações, incluindo melhor filme dramático, melhor actor (Leonardo Di Caprio)e o próprio Scorcese na categoria de melhor realizador.
Outros destaques como o filme "Ray" sobre o já falecido Ray Charles, "Sideways", "Finding Neverland" e "Eternal Sunshine of the Spotless Mind", com Jim Carey e Kate Winslet.
A cerimónia da entrega dos 62º Globos de Ouro realizar-se-á a 16 de Janeiro de 2005.
Para a lista completa, visitem http://www.imdb.com/features/rto/2005/goldenglobes
domingo, dezembro 12, 2004
FC Porto vence Taça Intercontinental
Seria um crime lesa-futebol se o FCP não tivesse ganho este jogo. Foi a única equipa que quis ganhar o jogo e que fez por isso. O FCP rematou sempre mais e foi infeliz em diversas ocasiões, com grandes defesas, bolas nos postes e falhaços imperdoáveis da equipa de arbitragem.
O Once Caldas entrou apenas para tentar não perder o jogo. O que felizmente não conseguiu. Nem todos são "Grécias" e nem todos podem ter sempre essa sorte. Hoje foi feita justiça.
O FCP venceu por 8-7 nos penalties, com a honra final a caber a Pedro Emanuel.
Ficha do jogo:
Estádio Internacional de Yokohama, no Japão.
Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai) auxiliado por Ariel Ardin e Victor Rédegui.
FC PORTO - Vítor Baía (Nuno, 10 m. do prolongamento), Seitaridis, Jorge Costa, Pedro Emanuel e Ricardo Costa; Costinha, Maniche, Diego e Derlei (Carlos Alberto, 68 m); Luís Fabiano (Quaresma, 78 m) e McCarthy. Suplentes: Nuno, Pepe, Bosingwa, Hélder Peixoto, César Peixoto, Carlos Alberto e Quaresma.
ONCE CALDAS – Henao; Rojas, Vanegas, Cambindo (Cataño, 46), Garcia e Viafara; Velasquez, Soto (Alcazar, 96), Fabbro; De Nigris e Arango (Diaz, 61 m).
Suplentes: Gonzalez, Cataño, Jiménez, Araujo, Alcazar, Diaz e Moreno.
Acção disciplinar: cartão amarelo para Arango (34), Diego (51 e 120), Fabbro (60), Jorge Costa (78), Seitaridis (85) e De Nigris (117). Cartão vermelho por acumulação para Diego, após a transformação da grande penalidade (120).
Assistência: cerca de 50 mil espectadores.
Os «penalties»: 0-1, Vanegas. 1-1, Diego. 1-2, Alcazar. 2-2, Carlos Alberto. 2-3, Viafara. 3-3, Quaresma. 3-4, De Nigris. 3-4, Maniche à barra. 3-4, Fabbro, ao poste. 4-4, McCarthy. 4-5, Velasquez. 5-5, Costinha. 5-6, Diaz. 6-6, Jorge Costa. 6-7, Cataño. 7-7, Ricardo Costa. 7-7, Garcia, por cima da baliza. 8-7, Pedro Emanuel.
sábado, dezembro 11, 2004
Hoje é um dia especial
Hoje faz anos uma pessoa muito especial... o meu pai!
Muitos parabéns e muitos anos de vida pai! Tudo de bom e do melhor, e que eu tenha a possibilidade de te cumprimentar neste dia anos sem fim.
PARABÉNS!!!
Muitos parabéns e muitos anos de vida pai! Tudo de bom e do melhor, e que eu tenha a possibilidade de te cumprimentar neste dia anos sem fim.
PARABÉNS!!!
Pista de Gelo na Madeira
Gelo na Madeira?! Suponho que esta seja esta a primeira reacção de muita gente. Mas é verdade. A partir de hoje, pelas 19h, e durante um mês, a cidade do Funchal terá uma pista de gelo... quem diria?
Suponho que não custa nada experimentar. Pode ser que goste! Os preços até nem são nada doutro mundo. 3 euros por uma hora, patins incluidos.
No entanto, para além do aspecto lúdico da pista, esta poderá entrar para a história do desporto madeirense, visto que está em estudo a realização de um jogo de hóquei no gelo, o que, a acontecer, também seria a primeira vez que esta modalidade se praticaria na Madeira.
Bora patinar!!
Suponho que não custa nada experimentar. Pode ser que goste! Os preços até nem são nada doutro mundo. 3 euros por uma hora, patins incluidos.
No entanto, para além do aspecto lúdico da pista, esta poderá entrar para a história do desporto madeirense, visto que está em estudo a realização de um jogo de hóquei no gelo, o que, a acontecer, também seria a primeira vez que esta modalidade se praticaria na Madeira.
Bora patinar!!
Mensagem de Jorge Sampaio ao país
Versão integral da mensagem do Presidente da República ao país (10/12/04)
"Portugueses.
Depois de ouvir os partidos políticos com representação parlamentar e o Conselho de Estado, venho comunicar-vos formalmente que resolvi dissolver a Assembleia da República e convocar eleições parlamentares. Face à diversidade de propostas que me foram apresentadas, marcarei as eleições para o próximo dia 20 de Fevereiro. Houve quem estranhasse que só hoje, alguns dias depois do início deste processo político-constitucional, me dirija ao país. Quero lembrar que a democracia é também o regime do respeito pelas formas e do rigor no cumprimento dos processos constitucionais. Para que se possa verificar a dissolução do Parlamento, a Constituição da República estabelece uma metodologia precisa e obrigatória que só hoje se pôde concluir e cujo calendário foi definido de acordo com o que entendi ser conveniente para o país.
Tomei a decisão que vos anuncio em coerência com as minhas posições de sempre e tendo em conta a avaliação que faço do interesse nacional. É uma avaliação que, de acordo com a Constituição, é da exclusiva competência do Presidente da República, que a efectua em consciência e livremente, assumindo a responsabilidade dela apenas perante os portugueses. Para enquadrar a minha decisão, importa recordar os termos nos quais optei por nomear o XVI Governo Constitucional, e lembrar o que de então para cá se passou.
Quando, no início do Verão passado, o primeiro-ministro, dr. José Manuel Durão Barroso, aceitou um convite para se propor à investidura como presidente da Comissão Europeia, optei, após cuidadosa ponderação, por não dissolver a Assembleia da República e nomear o dr. Pedro Santana Lopes primeiro-ministro, depois de o seu nome me ter sido indicado pelo principal partido da coligação governamental. Decidi nesse sentido porque a maioria parlamentar me garantiu poder gerar um novo Governo estável, consistente e credível, que cumprisse o programa apresentado para a legislatura e fosse capaz de merecer a confiança do país e de mobilizar os portugueses para vencer os desafios inadiáveis que enfrentamos.
Por isso, na comunicação que dirigi ao país, em 9 de Julho passado, afirmei: 'Desde que o Governo saído das eleições parlamentares continue a dispor de consistência, vontade e legitimidade políticas, a demissão ou impedimento permanente do primeiro-ministro não é motivo bastante para, por si só, impor a necessidade de eleições parlamentares'. Mas acrescentei, advertindo: 'O Presidente da República (...) mantém intactos todos os seus poderes constitucionais, incluindo o poder de dissolução da Assembleia da República'. E explicitei que manteria em permanência 'a minha avaliação das condições de manutenção da estabilidade governamental'. Acresce que, no discurso que fiz no momento em que empossei o Governo, reafirmei o que havia dito, sublinhando: 'A conjuntura nacional, bem como o delicado contexto internacional, impõem ao Governo uma particular lucidez nas políticas e um rigor na gestão governativa, tal como aconselham a realizar obra consistente e estruturante na solução dos problemas'. Nesse mesmo discurso, preveni: 'O Presidente da República tem que dedicar uma atenção extrema à transparência, equidade e imparcialidade no exercício do poder e à prevenção dos abusos'.
Entretanto, desde a posse do XVI Governo Constitucional, e depois de lhe ter assegurado todas as condições necessárias para o desempenho da sua missão, o país assistiu a uma série de episódios que ensombrou decisivamente a credibilidade do Governo e a sua capacidade para enfrentar a crise que o país vive. Refiro-me a sucessivos incidentes e declarações, contradições e descoordenações que contribuíram para o desprestígio do Governo, dos seus membros e das instituições, em geral. Dispenso-me de os mencionar um a um, pois são do conhecimento do país. A sucessão negativa desses acontecimentos impôs uma avaliação de conjunto, e não apenas de cada acontecimento isoladamente. Foi essa sucessão que criou uma grave crise de credibilidade do Governo, que surgira como um Governo sucedâneo do anterior, e relativamente ao qual, por conseguinte, as exigências de credibilidade se mostravam especialmente relevantes, e, como tal, tinham sido aceites pelo primeiro-ministro.
Aliás, por diversas vezes e por formas diferentes, dei sinais do meu descontentamento com o que se estava a passar. A persistência e mesmo o agravamento desta situação inviabilizou as indispensáveis garantias de recuperação da normalidade e tornou claro que a instabilidade ameaçava continuar, com sério dano para as instituições e para o país, que não pode perder mais tempo nem adiar reformas. Criou-se uma instabilidade substancial que acentuou a crise na relação de confiança entre o Estado e a sociedade, com efeitos negativos na posição portuguesa face aos grandes desafios da Europa, no combate pelo crescimento e pela competitividade da economia, na solidez e prestígio das instituições democráticas. A insustentável situação a que se chegou - e que certos comportamentos e reacções dos últimos dias só têm contribuído para confirmar - mostra que as tendências de crise e instabilidade se revelaram mais fortes que o Governo e a maioria parlamentar, que se tornaram incapazes de as conter e inverter.
Neste quadro, que revelou um padrão de comportamento sem qualquer sinal de mudança ou possibilidade de regeneração, entendi que a manutenção em funções do Governo significaria a manutenção da instabilidade e da inconsistência. Entendi ainda que se tinha esgotado a capacidade da maioria parlamentar para gerar novos governos. Assim, e face a uma situação cuja continuação seria cada vez mais grave para Portugal, entendi, em consciência, que só a dissolução parlamentar representava uma saída. Aliás, a reacção do país ao tomar conhecimento do início do processo conducente à dissolução revelou, claramente, que a situação crítica que lhe deu motivo estava apreendida pela consciência colectiva e representava uma preocupação generalizada. Impôs-se, pois, a devolução da palavra ao eleitorado, mediante a convocação de eleições gerais antecipadas. É o que faço, no entendimento e convicção de que, nas presentes circunstâncias, é a melhor solução para o país.
Conduzi, todavia, as coisas de modo a que Assembleia da República, se assim o quisesse, votasse o Orçamento de Estado para 2005. Como, a este propósito, foi feita uma interpretação distorcida das minhas intenções, considero necessário dizer ao país, com total clareza, qual é o meu pensamento sobre o assunto. Não fiquei surdo às vozes que defendem que o Orçamento para 2005 não responde satisfatoriamente às exigências de efectiva consolidação orçamental, condição necessária para se prosseguir o esforço de redução do défice público que os nossos compromissos internacionais e as necessidades do nosso desenvolvimento futuro tornaram indispensável. Entendi, no entanto, e sem que se possa ver nisso contradição, que era preferível dispormos de um Orçamento aprovado que assegurasse, desde o início do ano, o normal funcionamento da Administração Pública e, designadamente, evitasse o adiamento do aumento dos vencimentos dos funcionários públicos. Deste modo, e para permitir que se pudesse considerar a aprovação do Orçamento, adiei por uns dias o processo conducente à dissolução da Assembleia da República. Após as eleições, que têm, aliás, como vantagem alargar para quatro anos o horizonte do Governo que delas resultar, espero que seja possível encarar com mais determinação o grave problema orçamental que o país tem para resolver.
Uma última nota: não se deve esquecer - e eu não esquecerei - que, com a dissolução da Assembleia da República, que agora formalmente anuncio, as competências do Governo ficarão, como é sabido, politicamente limitadas, com as consequências que isso impõe.
Portugueses.
É em situações como a que vivemos ultimamente que as características do nosso regime ganham relevo e consequência. Que fique claro: o Presidente da República não prescinde nem compromete nunca, nem moral e politicamente o poderia fazer, o exercício dos poderes que a Constituição lhe atribui. No exercício pleno desses poderes dá a palavra ao eleitorado. Qualquer que seja o resultado das eleições, elas constituirão sempre uma clarificação, e abrem o início de um novo ciclo político de quatro anos. Em democracia, não há situações sem saída, por mais difíceis que sejam. As eleições são um momento importante, mas natural em democracia. Seria por isso incompreensível que o acto reconhecidamente legítimo da sua convocação fosse recebido com radicalismo ou excessivo dramatismo. É agora, isso sim, tempo de os partidos políticos apresentarem aos portugueses as sua propostas e programas de Governo.
Vem aí, espero, um tempo de debate, de confronto de ideias, de elevação e exigência democráticas. Aos partidos políticos, peço serenidade, tolerância para com as opiniões diversas, colaboração na criação de um clima propício a uma escolha ponderada, livre e consciente dos eleitores. Aos portugueses, apelo para que participem activamente na campanha e no próximo acto eleitoral. A escolha que fizerem, a força política do vosso voto e a legitimidade da nova Assembleia da República serão fundamentais para restaurar as condições necessárias à realização das reformas indispensáveis para o bem de Portugal. Afinal, para o bem de todos nós."
Enfim... mais do mesmo. Confesso que não fiquei lá muito convencido.
"Portugueses.
Depois de ouvir os partidos políticos com representação parlamentar e o Conselho de Estado, venho comunicar-vos formalmente que resolvi dissolver a Assembleia da República e convocar eleições parlamentares. Face à diversidade de propostas que me foram apresentadas, marcarei as eleições para o próximo dia 20 de Fevereiro. Houve quem estranhasse que só hoje, alguns dias depois do início deste processo político-constitucional, me dirija ao país. Quero lembrar que a democracia é também o regime do respeito pelas formas e do rigor no cumprimento dos processos constitucionais. Para que se possa verificar a dissolução do Parlamento, a Constituição da República estabelece uma metodologia precisa e obrigatória que só hoje se pôde concluir e cujo calendário foi definido de acordo com o que entendi ser conveniente para o país.
Tomei a decisão que vos anuncio em coerência com as minhas posições de sempre e tendo em conta a avaliação que faço do interesse nacional. É uma avaliação que, de acordo com a Constituição, é da exclusiva competência do Presidente da República, que a efectua em consciência e livremente, assumindo a responsabilidade dela apenas perante os portugueses. Para enquadrar a minha decisão, importa recordar os termos nos quais optei por nomear o XVI Governo Constitucional, e lembrar o que de então para cá se passou.
Quando, no início do Verão passado, o primeiro-ministro, dr. José Manuel Durão Barroso, aceitou um convite para se propor à investidura como presidente da Comissão Europeia, optei, após cuidadosa ponderação, por não dissolver a Assembleia da República e nomear o dr. Pedro Santana Lopes primeiro-ministro, depois de o seu nome me ter sido indicado pelo principal partido da coligação governamental. Decidi nesse sentido porque a maioria parlamentar me garantiu poder gerar um novo Governo estável, consistente e credível, que cumprisse o programa apresentado para a legislatura e fosse capaz de merecer a confiança do país e de mobilizar os portugueses para vencer os desafios inadiáveis que enfrentamos.
Por isso, na comunicação que dirigi ao país, em 9 de Julho passado, afirmei: 'Desde que o Governo saído das eleições parlamentares continue a dispor de consistência, vontade e legitimidade políticas, a demissão ou impedimento permanente do primeiro-ministro não é motivo bastante para, por si só, impor a necessidade de eleições parlamentares'. Mas acrescentei, advertindo: 'O Presidente da República (...) mantém intactos todos os seus poderes constitucionais, incluindo o poder de dissolução da Assembleia da República'. E explicitei que manteria em permanência 'a minha avaliação das condições de manutenção da estabilidade governamental'. Acresce que, no discurso que fiz no momento em que empossei o Governo, reafirmei o que havia dito, sublinhando: 'A conjuntura nacional, bem como o delicado contexto internacional, impõem ao Governo uma particular lucidez nas políticas e um rigor na gestão governativa, tal como aconselham a realizar obra consistente e estruturante na solução dos problemas'. Nesse mesmo discurso, preveni: 'O Presidente da República tem que dedicar uma atenção extrema à transparência, equidade e imparcialidade no exercício do poder e à prevenção dos abusos'.
Entretanto, desde a posse do XVI Governo Constitucional, e depois de lhe ter assegurado todas as condições necessárias para o desempenho da sua missão, o país assistiu a uma série de episódios que ensombrou decisivamente a credibilidade do Governo e a sua capacidade para enfrentar a crise que o país vive. Refiro-me a sucessivos incidentes e declarações, contradições e descoordenações que contribuíram para o desprestígio do Governo, dos seus membros e das instituições, em geral. Dispenso-me de os mencionar um a um, pois são do conhecimento do país. A sucessão negativa desses acontecimentos impôs uma avaliação de conjunto, e não apenas de cada acontecimento isoladamente. Foi essa sucessão que criou uma grave crise de credibilidade do Governo, que surgira como um Governo sucedâneo do anterior, e relativamente ao qual, por conseguinte, as exigências de credibilidade se mostravam especialmente relevantes, e, como tal, tinham sido aceites pelo primeiro-ministro.
Aliás, por diversas vezes e por formas diferentes, dei sinais do meu descontentamento com o que se estava a passar. A persistência e mesmo o agravamento desta situação inviabilizou as indispensáveis garantias de recuperação da normalidade e tornou claro que a instabilidade ameaçava continuar, com sério dano para as instituições e para o país, que não pode perder mais tempo nem adiar reformas. Criou-se uma instabilidade substancial que acentuou a crise na relação de confiança entre o Estado e a sociedade, com efeitos negativos na posição portuguesa face aos grandes desafios da Europa, no combate pelo crescimento e pela competitividade da economia, na solidez e prestígio das instituições democráticas. A insustentável situação a que se chegou - e que certos comportamentos e reacções dos últimos dias só têm contribuído para confirmar - mostra que as tendências de crise e instabilidade se revelaram mais fortes que o Governo e a maioria parlamentar, que se tornaram incapazes de as conter e inverter.
Neste quadro, que revelou um padrão de comportamento sem qualquer sinal de mudança ou possibilidade de regeneração, entendi que a manutenção em funções do Governo significaria a manutenção da instabilidade e da inconsistência. Entendi ainda que se tinha esgotado a capacidade da maioria parlamentar para gerar novos governos. Assim, e face a uma situação cuja continuação seria cada vez mais grave para Portugal, entendi, em consciência, que só a dissolução parlamentar representava uma saída. Aliás, a reacção do país ao tomar conhecimento do início do processo conducente à dissolução revelou, claramente, que a situação crítica que lhe deu motivo estava apreendida pela consciência colectiva e representava uma preocupação generalizada. Impôs-se, pois, a devolução da palavra ao eleitorado, mediante a convocação de eleições gerais antecipadas. É o que faço, no entendimento e convicção de que, nas presentes circunstâncias, é a melhor solução para o país.
Conduzi, todavia, as coisas de modo a que Assembleia da República, se assim o quisesse, votasse o Orçamento de Estado para 2005. Como, a este propósito, foi feita uma interpretação distorcida das minhas intenções, considero necessário dizer ao país, com total clareza, qual é o meu pensamento sobre o assunto. Não fiquei surdo às vozes que defendem que o Orçamento para 2005 não responde satisfatoriamente às exigências de efectiva consolidação orçamental, condição necessária para se prosseguir o esforço de redução do défice público que os nossos compromissos internacionais e as necessidades do nosso desenvolvimento futuro tornaram indispensável. Entendi, no entanto, e sem que se possa ver nisso contradição, que era preferível dispormos de um Orçamento aprovado que assegurasse, desde o início do ano, o normal funcionamento da Administração Pública e, designadamente, evitasse o adiamento do aumento dos vencimentos dos funcionários públicos. Deste modo, e para permitir que se pudesse considerar a aprovação do Orçamento, adiei por uns dias o processo conducente à dissolução da Assembleia da República. Após as eleições, que têm, aliás, como vantagem alargar para quatro anos o horizonte do Governo que delas resultar, espero que seja possível encarar com mais determinação o grave problema orçamental que o país tem para resolver.
Uma última nota: não se deve esquecer - e eu não esquecerei - que, com a dissolução da Assembleia da República, que agora formalmente anuncio, as competências do Governo ficarão, como é sabido, politicamente limitadas, com as consequências que isso impõe.
Portugueses.
É em situações como a que vivemos ultimamente que as características do nosso regime ganham relevo e consequência. Que fique claro: o Presidente da República não prescinde nem compromete nunca, nem moral e politicamente o poderia fazer, o exercício dos poderes que a Constituição lhe atribui. No exercício pleno desses poderes dá a palavra ao eleitorado. Qualquer que seja o resultado das eleições, elas constituirão sempre uma clarificação, e abrem o início de um novo ciclo político de quatro anos. Em democracia, não há situações sem saída, por mais difíceis que sejam. As eleições são um momento importante, mas natural em democracia. Seria por isso incompreensível que o acto reconhecidamente legítimo da sua convocação fosse recebido com radicalismo ou excessivo dramatismo. É agora, isso sim, tempo de os partidos políticos apresentarem aos portugueses as sua propostas e programas de Governo.
Vem aí, espero, um tempo de debate, de confronto de ideias, de elevação e exigência democráticas. Aos partidos políticos, peço serenidade, tolerância para com as opiniões diversas, colaboração na criação de um clima propício a uma escolha ponderada, livre e consciente dos eleitores. Aos portugueses, apelo para que participem activamente na campanha e no próximo acto eleitoral. A escolha que fizerem, a força política do vosso voto e a legitimidade da nova Assembleia da República serão fundamentais para restaurar as condições necessárias à realização das reformas indispensáveis para o bem de Portugal. Afinal, para o bem de todos nós."
Enfim... mais do mesmo. Confesso que não fiquei lá muito convencido.
sexta-feira, dezembro 10, 2004
Jorge Sampaio dá conferência de imprensa hoje à noite
O Presidente da República irá hoje à noite, finalmente digo eu, enunciar ao povo português as razões pelas quais irá dissolver a Assembleia da República, e destituir o seu respectivo Governo. Falta de confiança política, incumprimento com as orientações gerais do governo de Durão Barroso, incompatibilidades entre os partidos coligados PSD e o PP, instabilidade governativa...
... em breve saberemos!
... em breve saberemos!
quarta-feira, dezembro 08, 2004
Parabéns Avó!
A minha avó fez anos hoje. Belos 78 anos. E está muito para as curvas! Eheh! Felicidades e ainda muitos mais anos de vida. ;)
Jokas Vó!
Jokas Vó!
terça-feira, dezembro 07, 2004
«Operação Apito Dourado»
É o nome da mega operação de combate e rusga ao crime organizado no mundo do futebol. Já são vários os nomes sonantes já constituidos arguidos, entre eles o major Valentim Loureiro e o eterno presidente do FCP, Jorge Nuno Pinto da Costa.
A juíza Ana Cláudia Nogueira dirige os trabalhos do inquérito, que visa apurar todas as circunstâncias deste caso, enquanto continuam as investigações a cargo da PJ e do MP. O processo, que já conta com 22 arguidos, promete não ficar por aqui, pois mais detenções poderão surgir.
A juíza Ana Cláudia Nogueira dirige os trabalhos do inquérito, que visa apurar todas as circunstâncias deste caso, enquanto continuam as investigações a cargo da PJ e do MP. O processo, que já conta com 22 arguidos, promete não ficar por aqui, pois mais detenções poderão surgir.
segunda-feira, dezembro 06, 2004
Bryan Adams na Madeira
Bryan Adams dá concerto no Funchal, dia 29 de Dezembro deste ano!
Ainda sem confirmação oficial, mas já indicado no site oficial do cantor, Bryan Adams será o último grande cabeça de cartaz do "Madeira Região Europeia 2004". É um final em beleza, daquilo que foi um ano extraordinário em termos de entertenimento na Região.
Para mais info visitar:
http://www.bryanadams.com/onlineshop/tourinfo/europe_tour_2005.htm
Eu vou ver. E vocês?
Ainda sem confirmação oficial, mas já indicado no site oficial do cantor, Bryan Adams será o último grande cabeça de cartaz do "Madeira Região Europeia 2004". É um final em beleza, daquilo que foi um ano extraordinário em termos de entertenimento na Região.
Para mais info visitar:
http://www.bryanadams.com/onlineshop/tourinfo/europe_tour_2005.htm
Eu vou ver. E vocês?
domingo, dezembro 05, 2004
Jantar do 94º Aniversário do Maritimo
Ontem decorreu o 94º aniversário do já velhinho Clube Sport Maritimo.
Cerca de 800 pessoas juntaram-se ontem, num jantar de aniversário, promovido pelo Maritimo. Nascido a 20 de Setembro de 1910, o Maritimo já conta com um longo historial pelas mais diversas modalidades desportivas, com destaque no futebol nacional.
Sócios, adeptos, simpatizantes e não só, puderam assistir aos discursos do Presidente Carlos Pereira, e sobretudo do Dr. Alberto João Jardim, que trouxe as novidades que todos queriam ouvir: a construção do novo estádio do CS Maritimo. Obras estão aprazadas para o início de 2005, e o estádio localizar-se-á no antigo parque de contentores do empresário Jorge de Sá, logo atrás do cemitério, na descida de Santa Rita, em São Martinho.
Outra notícia de destaque foi o anúncio da escola Clube Sport Maritimo da Madeira, a ser construída em Santo António. Será mais um contributo importante que o clube dá à Madeira, e aos seus jovens.
O jantar serviu ainda para homenagear os sócios com 25 e 50 anos de associativismo clubistico, onde se destacou o meu amigo Pedro Camacho.
Para o ano há mais!
VIVÓ MARITIMO!!!
Cerca de 800 pessoas juntaram-se ontem, num jantar de aniversário, promovido pelo Maritimo. Nascido a 20 de Setembro de 1910, o Maritimo já conta com um longo historial pelas mais diversas modalidades desportivas, com destaque no futebol nacional.
Sócios, adeptos, simpatizantes e não só, puderam assistir aos discursos do Presidente Carlos Pereira, e sobretudo do Dr. Alberto João Jardim, que trouxe as novidades que todos queriam ouvir: a construção do novo estádio do CS Maritimo. Obras estão aprazadas para o início de 2005, e o estádio localizar-se-á no antigo parque de contentores do empresário Jorge de Sá, logo atrás do cemitério, na descida de Santa Rita, em São Martinho.
Outra notícia de destaque foi o anúncio da escola Clube Sport Maritimo da Madeira, a ser construída em Santo António. Será mais um contributo importante que o clube dá à Madeira, e aos seus jovens.
O jantar serviu ainda para homenagear os sócios com 25 e 50 anos de associativismo clubistico, onde se destacou o meu amigo Pedro Camacho.
Para o ano há mais!
VIVÓ MARITIMO!!!
quinta-feira, dezembro 02, 2004
Caíu o Governo?
Terça-feira à tarde foi divulgada a bomba. Jorge Sampaio vai dissolver o Parlamento.
Apenas 4 meses depois de Pedro Santana Lopes ter assumido as funções de Primeiro-Ministro de Portugal, chega ao fim a confiança do Presidente da República neste Governo e, como consequência, na maioria eleita da Assembleia da República. As razões ainda não são claras, mas obviamente passarão pelas já públicas divergências entre os dois partidos coligados, PPD/PSD e PP, bem demonstradas no último congresso do PSD.
Com as eleições previstas para o mês de Fevereiro, levanta-se agora novo dilema. A promulgação do Orçamento de Estado por Jorge Sampaio. Em Outubro deste ano, o Presidente referia-se ao facto de ser "quase impossível para um presidente não promulgar um orçamento maioritariamente votado e aprovado em Assembleia". No entanto, e em declarações mais recentes, Sampaio levanta um pouco o véu à questão, e, no actual status quo, não dá garantias da promulgação do dito Orçamento. A verdade é que nunca, no historial da democracia em Portugal, algum presidente, alguma vez, tenha rejeitado a promulgação de um Orçamento de Estado.
Esperemos pelos novos capítulos, tendo a certeza que serão determinantes para todos os portugueses...
Apenas 4 meses depois de Pedro Santana Lopes ter assumido as funções de Primeiro-Ministro de Portugal, chega ao fim a confiança do Presidente da República neste Governo e, como consequência, na maioria eleita da Assembleia da República. As razões ainda não são claras, mas obviamente passarão pelas já públicas divergências entre os dois partidos coligados, PPD/PSD e PP, bem demonstradas no último congresso do PSD.
Com as eleições previstas para o mês de Fevereiro, levanta-se agora novo dilema. A promulgação do Orçamento de Estado por Jorge Sampaio. Em Outubro deste ano, o Presidente referia-se ao facto de ser "quase impossível para um presidente não promulgar um orçamento maioritariamente votado e aprovado em Assembleia". No entanto, e em declarações mais recentes, Sampaio levanta um pouco o véu à questão, e, no actual status quo, não dá garantias da promulgação do dito Orçamento. A verdade é que nunca, no historial da democracia em Portugal, algum presidente, alguma vez, tenha rejeitado a promulgação de um Orçamento de Estado.
Esperemos pelos novos capítulos, tendo a certeza que serão determinantes para todos os portugueses...
quarta-feira, dezembro 01, 2004
Grande magnífica resposta
De há uns tempos para cá, temos tido o "privilégio" de assistir às crónicas no DN Madeira, de um senhor (?) nacionalista. Que faz veneno da sua má educação e desrespeito pelo Clube Sport Maritimo. Mas vindo de onde vem também nada mais se pode exigir...
Esta semana lá pegou na caneta e fez das suas. Sempre dá para rir um bocado. Quem quiser rir um bocadinho que siga o link seguinte:
Como habitual levantaram-se as normais vozes (que ainda se dão à maçada), mas desta vez, houve uma que merece a transcrição. Aqui vai:
"Cada um tem o que merece
J.S.
Da ultima vez que o comentador Ricardo Melim escreveu um artigo sobre o Marítimo e o Nacional, mais valia estar quieto. Afirmou que o Marítimo não era equipa à altura do Nacional e que este devia preocupar-se apenas com os três grandes e o respectivo terceiro lugar.
Nesta altura do campeonato já vai a um terço, o Nacional tem pelos vistos que se preocupar, e muito, com a linha de água e olhar para cima e ver a Europa cada vez mais longe.
No que diz respeito ao jogo Marítimo-Nacional e ao respectivo “baile de bola” como você menciona, foi de tão fraca qualidade (característica bem assente no Nacional esta época), que nem após o Marítimo ter sido gravemente prejudicado e reduzido a 10 unidades, o Nacional foi capaz de vencer o jogo, tendo ainda tempo para agredir um jogador adversário aos 79 minutos de jogo, ao qual o seu “honesto” árbitro fez vista grossa, mostrando apenas cartão amarelo. Tendo este cenário foi unânime em todos os órgãos de comunicação social, você ou não percebe nada de futebol, ou gosta de fazer figura triste no Diário de Noticias.
Para lhe reavivar a memória, já que se preocupa muito com os jogos do Marítimo, no jogo com o Sporting a falta sobre o Liedson foi cometida fora da área, e esqueceu-se do golo mal anulado ao Bibiskov. Acho piada que nesses jogos que mencionou nenhum adversário comentou a arbitragem, inclusive o Jaime Pacheco, que muito gosta de falar dela. Pelos vistos a sua aptidão para tentar difamar o Marítimo supera a sua racionalidade.
Face às afirmações do Mariano Barreto, você e o seu clube deviam antes de comentarem lembrar-se dos tristes desabafos do vosso presidente e do vosso treinador, que na época passada muito “choraram” por justiça nos relvados.
Sem esquecer também da vossa muita civilizada claque que levou a que certos treinadores reclamassem no fim do jogo por serem insultados e “escarrados” no estádio Eng. Rui Alves e consequentemente impedidos de se levantarem do banco, mas isso, claro, de certeza que você não se lembra.
Por fim, mais valia não ter falado antes do tempo, e deixar de ser antidesportista. Mas como isso não acontece só me resta dar-lhe os parabéns pelo regresso à chapa quatro, e dizer-lhe que ser grande não é algo adquirível em três anos, só porque se faz um estádio e se consegue o quarto lugar, é algo que se consolida e demonstra em quase 100 anos de história, pois quem nasceu lagartixa nunca chega a jacaré."
Esta última frase... 5 estrelas!!!
Esta semana lá pegou na caneta e fez das suas. Sempre dá para rir um bocado. Quem quiser rir um bocadinho que siga o link seguinte:
Como habitual levantaram-se as normais vozes (que ainda se dão à maçada), mas desta vez, houve uma que merece a transcrição. Aqui vai:
"Cada um tem o que merece
J.S.
Da ultima vez que o comentador Ricardo Melim escreveu um artigo sobre o Marítimo e o Nacional, mais valia estar quieto. Afirmou que o Marítimo não era equipa à altura do Nacional e que este devia preocupar-se apenas com os três grandes e o respectivo terceiro lugar.
Nesta altura do campeonato já vai a um terço, o Nacional tem pelos vistos que se preocupar, e muito, com a linha de água e olhar para cima e ver a Europa cada vez mais longe.
No que diz respeito ao jogo Marítimo-Nacional e ao respectivo “baile de bola” como você menciona, foi de tão fraca qualidade (característica bem assente no Nacional esta época), que nem após o Marítimo ter sido gravemente prejudicado e reduzido a 10 unidades, o Nacional foi capaz de vencer o jogo, tendo ainda tempo para agredir um jogador adversário aos 79 minutos de jogo, ao qual o seu “honesto” árbitro fez vista grossa, mostrando apenas cartão amarelo. Tendo este cenário foi unânime em todos os órgãos de comunicação social, você ou não percebe nada de futebol, ou gosta de fazer figura triste no Diário de Noticias.
Para lhe reavivar a memória, já que se preocupa muito com os jogos do Marítimo, no jogo com o Sporting a falta sobre o Liedson foi cometida fora da área, e esqueceu-se do golo mal anulado ao Bibiskov. Acho piada que nesses jogos que mencionou nenhum adversário comentou a arbitragem, inclusive o Jaime Pacheco, que muito gosta de falar dela. Pelos vistos a sua aptidão para tentar difamar o Marítimo supera a sua racionalidade.
Face às afirmações do Mariano Barreto, você e o seu clube deviam antes de comentarem lembrar-se dos tristes desabafos do vosso presidente e do vosso treinador, que na época passada muito “choraram” por justiça nos relvados.
Sem esquecer também da vossa muita civilizada claque que levou a que certos treinadores reclamassem no fim do jogo por serem insultados e “escarrados” no estádio Eng. Rui Alves e consequentemente impedidos de se levantarem do banco, mas isso, claro, de certeza que você não se lembra.
Por fim, mais valia não ter falado antes do tempo, e deixar de ser antidesportista. Mas como isso não acontece só me resta dar-lhe os parabéns pelo regresso à chapa quatro, e dizer-lhe que ser grande não é algo adquirível em três anos, só porque se faz um estádio e se consegue o quarto lugar, é algo que se consolida e demonstra em quase 100 anos de história, pois quem nasceu lagartixa nunca chega a jacaré."
Esta última frase... 5 estrelas!!!
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