segunda-feira, agosto 22, 2011

A campanha pelo jogador português

(Foto: A Bola)

Uma palavra de apreço a brilhante prestação da selecção portuguesa sub-20 em futebol, que deixou a Colômbia e chega a Lisboa como vice-campeã do mundo.

A derrota (2-3) com o Brasil na final não apaga momentos únicos vividos por um grupo extraordinário no Mundial. Estamos a falar de uma selecção que foi para o torneio sem nomes sonantes, quase votada ao esquecimento, tanto que os jogos da fase de grupos foram transmitidos unicamente pelo canal Eurosport (só nos oitavos-de-final é que a RTP se lembrou deles).

Danilo (que jogador!), Nuno Reis, Cedric, Nélson Oliveira, Mika, o madeirense Alex, foram apenas alguns dos nomes em maior destaque entre os 21 jogadores orientados por Ilídio Vale que, exemplarmente mostrou como uma boa equipa faz-se primeiro pelo conjunto e só depois pelo talento individual. É verdade que despontaram alguns nomes, desconhecidos da maioria dos portugueses, no entanto, em virtude da falta de uma política mais atenta, a maior parte deles ou vai ser obrigada a imigrar para jogar ou não irão ser apostas dos seus clubes.

É o futuro do jogador português que está em causa.

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