segunda-feira, julho 05, 2010

«Ninguém é eterno» diz Francisco Silva

 
(CS Marítimo 1987/88 - Francisco Silva é o primeiro a contar da esquerda da última fila)


Há várias formas de servir um clube. Dentro, fora, o que conta realmente é o "amor" que se deixa e a vontade de melhorar o clube. Há uma cara que há 27 anos faz parte do "mobiliário" do Clube Sport Marítimo. Uma cara que nos diz adeus.


Francisco Silva deixa o Marítimo, clube que serviu durante 27 anos nas funções de roupeiro. "Gostava de continuar, mas a minha saúde também já não o permite". Em quase três décadas acompanhou o Marítimo em todos os grandes momentos desde que subiu ao escalão máximo do futebol nacional, as suas conquistas europeias e nas idas à final da Taça de Portugal. Na despedida revelou que os técnicos que mais o marcaram foram Autuori, "o melhor, não só como treinador, mas também em termos humanos" e Augusto Inácio "muito bom em todos os níveis". Pela negativa destacou Manuel José e Manuel Cajuda, "não como treinadores, mas sim nas relações em termos humanos".


O Marítimo perdeu um excelente profissional. Mas ganha um novo adepto nas (novas) bancadas dos Barreiros. "Vou sentir saudades, mas estou preparado para passar para a bancada e criticar quando for necessário, mas sempre de forma construtiva". Lá estaremos caro Francisco.

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