terça-feira, abril 28, 2009

Eleições no Marítimo

 
(Foto: ASPRESS/www.csmaritimo.pt)


0 dia de ontem foi dominado pelo acto eleitoral que reconduziu a direcção presidida por Carlos Pereira para um novo mandato de quatro anos, naquele que será, segundo as suas palavras, o seu último.


Eleito em 1997, Carlos Pereira vai para o seu quarto mandato como presidente do Marítimo e o seu trabalho tem sido visível, nomeadamente ao nível de infra-estruturas. Sob a sua direcção foi erigido o Complexo Desportivo do Marítimo em Santo António, que inclui um relvado natural e um sintético, um Pavilhão Gimnodesportivo, um Lar do Atleta e uma Escola, ao serviço dos adeptos e sócios e das 17 modalidades desportivas do clube. As direcções de Carlos Pereira ficam ainda marcadas pelas três presenças na Taça UEFA e pela presença da final da Taça de Portugal em 2001. Também sob a sua direcção foi constituída, em 1999, o Marítimo da Madeira Futebol SAD, com o capital social repartido entre o clube e o Governo Regional, com 40 por cento cada, restando os 20 por cento a outros investidores.


Eu cumpri com a minha obrigação eleitoral (apesar de só haver uma lista concorrente) e fui lá deixar o meu voto. Valha o que valer, a verdade é que o Carlos Pereira e o seu corpo directivo foram os únicos que hoje deram a cara pelo Marítimo. Ouve-se tanta conversa, tanta reclamação, tanta voz mas, quando conta, quando realmente interessa, das vozes nunca surge uma cara ou um projecto. Por isso dei o meu voto a quem, para o bem e para o mal, tem sido aquele a aparecer sempre para assumir a responsabilidade de liderar o clube.


E agora, tal como esta nova direcção almeja, aguardo o novo estádio para o centenário do clube. E, naturalmente, que a vertente desportiva do clube seja privilegiada com uma equipa forte e competitiva para a próxima temporada. Ficamos todos a ganhar.

1 comentário:

Luis Sales disse...

Uma procura na net sobre o Estádio dos Barreiros mostra dois projectos e não um. Afinal o Marítimo não pos a concurso um projecto só? Como aparecem dois? Não era concurso para saber quem construia o projecto do Marítimo? Aceitando variantes para compatibilizar ajustes conforme o Governo orientasse o apoio?
Vejo um projecto igual ao do Nacional, aberto aos lados que dizem construir muito menos e muito mais caro (mais de mil euros por m2).
E vejo outro (espero que seja este o projecto do Marítimo colocado a concurso) com bancadas a toda a volta e com o público perto do que interessa: do espectáculo.
Espero que o projecto do Marítimo seja este e não o igual ao da Choupana. Alguém esclarece?