"A Policia Judiciária esteve no Marítimo um dia destes da semana passada, coincidindo, esta visita, com alguns avanços no apelidado "Apito Dourado", com a entrada de novas personagens. Logo se tentou passar a mensagem que se tratava da mesma coisa. Mas, desfeito o equivoco, entrou-se no campo da especulação pura. "PJ nas instalações do Marítimo averigua a gestão profissional do futebol profissional do Marítimo SAD", exaltaram alguns telejornais nacionais e regionais, escreveu-se nos jornais. Um jornal até, implantado no rectângulo continental, logrou ir mais longe, quando aventou com o facto da Judiciária estar a investigar uma eventual gestão danosa e um buraco financeiro no Marítimo. Confundindo, no fundo, gestão financeira com questões fiscais. E quando é do domínio publico que a gestão da SAD do Marítimo, no último ano até gerou lucro, com as contas aprovadas em Assembleia Geral de accionistas.
Aliás, não é a primeira vez que a PJ visita as instalações do Marítimo. Nos últimos dois anos esta "simpática" visita aconteceu, pelo menos, em outras duas ocasiões, e, ao que se sabe, em função da denuncia, em tribunal, da alegada existência de contratos paralelos com os profissionais maritimistas. Engraçado, irónico mesmo, que Augusto Inácio, interpelado por alguma comunicação social, venha dizer, pesaroso, que não fez qualquer denuncia na Policia Judiciaria. Nem precisava, pois fê-lo em sede de tribunal e numa ou mais entrevistas que concedeu na altura em que estava em litígio com o Marítimo. Memória curta..
Fica a questão: para que tanta especulação, quando, no fundo, nem se sabe bem o que procura a PJ no Marítimo? Ou sabe-se?"
Aliás, não é a primeira vez que a PJ visita as instalações do Marítimo. Nos últimos dois anos esta "simpática" visita aconteceu, pelo menos, em outras duas ocasiões, e, ao que se sabe, em função da denuncia, em tribunal, da alegada existência de contratos paralelos com os profissionais maritimistas. Engraçado, irónico mesmo, que Augusto Inácio, interpelado por alguma comunicação social, venha dizer, pesaroso, que não fez qualquer denuncia na Policia Judiciaria. Nem precisava, pois fê-lo em sede de tribunal e numa ou mais entrevistas que concedeu na altura em que estava em litígio com o Marítimo. Memória curta..
Fica a questão: para que tanta especulação, quando, no fundo, nem se sabe bem o que procura a PJ no Marítimo? Ou sabe-se?"
Emanuel Rosa
1 comentário:
A verdade é que já andam há mais de dois anos com esta questiúncula. Até agora, zero de resultados.
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