quinta-feira, junho 28, 2012

Parabéns rapazes!



Parabéns Selecção. Ninguém dava nada por vocês, que não valiam nada, que só andavam em festas, que iam ser eliminados logo à primeira. Resultado: meias-finais do Campeonato Europeu. E não fomos mais longe porque a senhora felicidade não quis nada conosco na marcação das grandes penalidades.

Mas fizemos um belo Europeu. Obrigamos a campeã europeia e mundial em título a suar durante 120 minutos, mais uns quantos para decidir o jogo. Não há nada que lamentar.

Parabéns rapazes. E que venha agora o Mundial.


sexta-feira, junho 22, 2012

O que você não sabe mas pensa que sabe sobre o Advogado!




Conheça o MANUAL DE CONSULTA DE UM ADVOGADO, para evitar mal-entendidos e situações desagradáveis:

1. O ADVOGADO dorme. Parece mentira, mas o ADVOGADO também precisa de dormir, como qualquer pessoa. Não o acorde sem necessidade! Esqueça que ele tem telefone em casa, ligue só para o escritório.

2.O ADVOGADO come. Parece inacreditável, mas é verdade, o ADVOGADO também precisa de se alimentar, e há horas para isso.

3. O ADVOGADO pode ter família. Esta é a mais incrível de todas: mesmo sendo um ADVOGADO, enquanto pessoa, precisa de descansar ao fim de semana para poder dar atenção à família, aos amigos e a si próprio, sem pensar ou falar sobre requerimentos, processos, audiências, etc.

4. O ADVOGADO precisa de dinheiro. Por essa não esperava, não é? É surpreendente, mas o ADVOGADO não vive do ar, também paga impostos, paga a casa, compra comida, precisa de combustível (nem é preciso dizer mais nada pois não?...), roupas, sapatos, remédios, e outros precisos. Pode parecer mentira, mas os livros para actualização profissional, as quotas para a Ordem dos Advogados, os descontos da Segurança Social (CPAS), os cursos de formação contínua, as despesas correntes do escritório e a administração de tudo isto não se pagam com dinheiro que cai do céu. Impressionante, não é? Entendeu agora o motivo porque deve pagar os honorários?

5. Ler, estudar e pesquisar é trabalho. É trabalho sério. Não se ria que não é piada. E os cinco anos de universidade e mais dois de estágio, foram de borla?

6. Não é possível examinar processos pelo telefone. É preciso comentar?

7. O ADVOGADO não é vidente. O advogado não se licenciou em Ciências Ocultas, não joga tarôt e nem tem uma bola de cristal. Ele precisa de examinar os documentos que você deixou em casa, assim como consultar o processo para amadurecer ideias e poder superar as expectativas. Se quer um milagre, tente Fátima, o professor Bambo, a Maya, bruxos ou macumba e deixe o ADVOGADO em paz.

8. Em reuniões de amigos ou festas de família, O ADVOGADO deixa de ser ADVOGADO e reassume o seu lugar de amigo ou parente, exactamente como era antes de acabar o curso. Não lhe peça conselhos sobre como recuperar dinheiro emprestado, intentar uma acção de alimentos, uma acção de despejo de “inquilino” em mora, intuir sobre resultados de um processo. Pior ainda, não lhe peça dicas sobre medidas a tomar, após expor-lhe os factos, o lugar é impróprio, não acha?

9. Já tem ADVOGADO? Então não pergunte ao seu amigo/parente como proceder. O direito não se exerce da mesma forma que se muda um pneu a um carro, cada ADVOGADO tem a sua marca própria de exercício da profissão. Para além de denotar uma falta de educação da sua parte, o mais grave é mesmo a falta de confiança no seu amigo ADVOGADO.

10. O seu ADVOGADO não escreve um papel qualquer. Qualquer requerimento ou outra peça processual é uma defesa dos seus interesses e tem de ser pensado, estudado, analisado e, é claro, cobrado. Esses tópicos podem parecer inconcebíveis a uma boa parte da população, mas servem para lhe tornar a vida um bocadinho mais suportável.

11. Quanto ao uso do telemóvel: o telemóvel é uma ferramenta de trabalho. Por favor, ligue-lhe apenas se for necessário. Fora do horário de expediente, por muito que duvide, o ADVOGADO pode estar a fazer alguma coisa que todos fazem, como dormir, dar explicações aos filhos, namorar, etc.

12. Nas situações descritas, o ADVOGADO pode atender? Sim, pode atender desde que seja pago para isso. É desnecessário dizer que nesses casos o atendimento tem um custo adicional, como em qualquer outro tipo de prestação de serviços fora do horário normal. Por favor, não pechinche e fazer cara de semana santa na hora de assinar o cheque não diminui o que tem de pagar.

13. Antes da consulta: por favor, marque uma hora. Se não o tiver feito, não ande de um lado para o outro na sala de espera e não pressione a secretária. Ela não tem culpa da sua ignorância. Ah! E não espere que o ADVOGADO o receba no horário de quem já estava marcado só porque vocês são amigos ou parentes. Só apareça sem marcação se for um caso de urgência e se for fora do horário normal de trabalho. Nestes casos o custo da consulta também será fora do normal, certo?

14. Repetir a mesma pergunta vezes sem conta não vai fazer o ADVOGADO mudar a resposta. Por favor, repita no máximo dez vezes, que é para não chatear muito.

15. Quando se diz que o horário de atendimento de manhã é até às 12H00, não significa que pode chegar às 11H55. Se assim proceder, venha preparado para lhe pagar o almoço ou apareça depois deste. O mesmo vale para a parte da tarde: vá no dia seguinte.

16. Na consulta, basta que esteja presente o cliente e deve responder somente às perguntas feitas pelo ADVOGADO. Por favor, deixe em casa o cunhado, os amigos do cunhado, os vizinhos com seus respectivos filhos e os animais domésticos. Escritório de ADVOGADO não tem de ter gaiola, canil ou gatil. Não bombardeie o ADVOGADO com milhares de perguntas durante a consulta, pois isso desconcentra-o, além de lhe despedaçar a paciência.

17. Muita ATENÇÃO: evite perguntas que não tenham relação com o processo. Infelizmente para si, a cada consulta, o ADVOGADO poderá examinar apenas um único caso. Lamentamos informar, mas o outro problema/caso terá que passar por nova consulta, que também deverá ser paga. Dois em um são técnicas de Marketing não de Direito.

18. O ADVOGADO não deixará de cobrar os honorários só porque você já gastou demais no processo. Os ADVOGADOS não foram os criadores do ditado "O barato sai caro"!!. Não foi ele que o procurou, você é que tem um problema que ele pode ajudar a resolver.

19. Como qualquer cidadão, O ADVOGADO tem o direito de recorrer aos serviços prestados pelos CTT. O tempo em que os ADVOGADOS faziam de carteiros pelos tribunais do país inteiro, acabou. isso, porém, não significa que tenha desinteresse pelo processo.

20. E, finalmente, ADVOGADO também é filho de DEUS e não filho daquilo que você pensa... 


quinta-feira, junho 21, 2012

Portugal no top 4 do Euro 2012!!!


(Foto: Reuters)

Essa nem com asas o Cech apanhava!

Apesar do golo só ter chegado a 10 minutos do final da partida, a Seleção Nacional foi superior na quase totalidade do tempo (excepção, talvez, nos primeiros dez, vinte minutos de jogo), onde foi somando remates e oportunidades de golo, ficando a clara sensação de que, não fosse a fantástica exibição de Cech e o desacerto à frente da baliza dos jogadores lusos, poderia mesmo ter havido goleada em Varsóvia.

Esta selecção está claramente em crescendo. Moutinho já numa forma soberba. Pepe e Bruno Alves foram uma dupla de betão. Os laterais João Pereira e Fábio Coentrão, para além de fecharem bem, estão a dar uma enorme profundidade ao ataque. E, claro, Cristiano Ronaldo. Todos os focos se centram nele. Inevitável. É quem resolve. E, muito provavelmente, o novo 'Bola de Ouro'. Para já é o "cabeça de ouro". E que cabeceamento senhores!! 

Portugal segue para as meias-finais do Campeonato da Europa.  Espanha ou França, venha o diabo e escolha. A presença no Top 4 das melhores equipas europeias já ninguém nos tira!

quarta-feira, junho 20, 2012

As alterações ao Código do Trabalho em voz




Com a promulgação pelo Presidente da República das alterações alcançadas em sede de concertação social, os trabalhadores assistem agora a uma pequena revolução com as alterações ao código de trabalho. Daquilo que do ponto de vista interessa aos trabalhadores: vão ter menos férias e feriados, o banco de horas é alargado e o trabalho extraordinário pago pela metade. O despedimento torna-se (relativamente) mais acessível e o valor das indemnizações calculadas pela antiguidade irá ser mais reduzido. 

A Renascença falou com o secretário de Estado do Emprego, Pedro Martins, que esclareceu alguns pontos mais sensíveis.


terça-feira, junho 19, 2012

A verdadeira estatística...


... ou pelo menos aquela que interessa!


A bem da verdade, na maior parte das vezes é porque não há pilhas em casa. Logo, procuramos aquele aparelho com pilhas que menos importa naquele momento... 



Inevitável!


Raios! Ao menos da última vez a laranja foi bem espremida!!! :)


E que dor é!!!

Não vale a pena. É mais forte!!


Confesso!!! 


Ahahaha... ainda fiz isto da última vez!


Livre disto! Ufa!!


Hum... hum... 


Chama-se "lamber as feridas" (leia-se orgulho)...


É muita letra junta... 


É só para ter a certeza, é claro!!


segunda-feira, junho 18, 2012

Golos de Ronaldo e a magia da Rádio!


Simplesmente fantástico! Então o relato do segundo é de trazer uma lágrima ao canto do olho...


 
O primeiro golo de Portugal (Cristiano Ronaldo) 

 
O segundo golo de Portugal (Cristiano Ronaldo) 
 

quinta-feira, junho 14, 2012

Linguagem fina para nada de novo...




Esta é a forma muito simpática do Sr. Presidente do Tribunal de Contas, o Dr. Guilherme d'Oliveira Martins, de vir dizer que houve pessoas que esconderam/omitiram/guardaram (o termo fica à escolha do freguês) dívida regional, simplesmente para não entrar nas contas deficitárias da Região.

Nada de novo. Basta lembrar que no comunicado do Ministério das Finanças aquando da divulgação do relatório relativo à Situação financeira da Região Autónoma da Madeira, pode ler-se: "A dívida global apurada no Relatório reflecte um agravamento face à reconhecida pela RAM nos anos transactos, devido, em especial, ao reconhecimento de um conjunto de encargos assumidos e não pagos (compromissos financeiros reflectidos em acordos de regularização de dívida no período de 2008 a 2011), que se encontravam omissos das contas, não tendo sido oportunamente comunicados à Direcção-Geral do Orçamento, Instituto Nacional de Estatística e Banco de Portugal."

Por outras palavras, este arranjinho por cá feito, implica o aumento da dívida e do défice da RAM e consubstancia um conjunto de situações graves algumas das quais revelam prática de violações aos princípios constantes da Lei das Finanças Regionais: Princípio da estabilidade orçamental (art.º 7º); Princípio da coordenação (art.º 11º); Princípio da transparência (art.º 12º)...

Pois bem, e apuramento de responsabilidades, meus senhores? E os responsáveis, meus senhores? Ficamos assim? Amigos como sempre?...

quarta-feira, junho 13, 2012

O culpado foi o Dingo!




Há coisa de um mês vi um filme sobre uma história em que os pais de uma criança tinham sido condenados pela morte da sua filha bebé. "A cry in the dark" ("Um grito de coragem", em português), de 1988, era o nome do filme, que contava com a Meryl Streep e o Sam Neill nos papeis principais.

A história é de facto inacreditável: Azaria Chamberlain, uma bebé de nove semanas, desapareceu do interior de uma tenda no dia 17 de agosto de 1980, quando a sua família fazia campismo perto de Uluru, zona também conhecida como Ayers Rock, um famoso rochedo vermelho no centro da Austrália, um local considerado sagrado para os aborígenes. Como o corpo da criança nunca foi encontrado as suspeitas de um eventual crime recaíram então sobre a mãe de Azaria, Lindy Chamberlain-Creighton, que chegou inclusive a ser condenada a prisão perpétua pela morte da filha, tendo cumprido alguns anos de prisão, enquanto o pai de Azaria foi condenado por cumplicidade. A defesa era só uma: que a bebé tinha sido levada por um dingo, uma espécie de cão selvagem, muito comum na Austrália. 

Pois bem, 32 anos depois a justiça australiana confirmou a versão de Lindy - que Azaria havia mesmo sido levada por um dingo - e ilibou os pais da bebé, colocando desta forma um ponto final num caso que fascinou e dividiu a Austrália durante as últimas três décadas.

Vão ter de fazer um "director cut" para incluir este final da história.


Já agora, para quem não sabe, isto é um dingo...

Carta de Mourinho à selecção!


Sou português há 47 anos e treinador de futebol há dez. Sendo assim, sou mais português do que treinador. Posto isto, para que não restassem dúvidas, vamos ao que importa...

As Selecções Nacionais não são espaços de afirmação pessoal, mas sim de afirmação de um País e, por isso, devem ser um espaço de profunda emoção colectiva, de empatia, de união. Aqui, nas selecções, os jogadores não são apenas profissionais de futebol, os jogadores são além disso portugueses comuns que, por jogarem melhor que os portugueses empregados bancários, taxistas, políticos, professores, pescadores ou agricultores, foram escolhidos para lutarem por Portugal. E quando estes eleitos a quem Deus deu um talento se juntam para jogar por Portugal, devem faze-lo a pensar naquilo que são - não simplesmente profissionais de futebol (esses são os que jogam nos clubes), mas, além disso, portugueses comuns que vão fazer aquilo que outros não podem fazer, isto é, defender Portugal, a sua auto estima, a sua alegria.

Obviamente há coisas na sociedade portuguesa incomparavelmente muito mais importantes que o futebol, que uma vitória ou uma derrota, que uma qualificação ou não para um Europeu ou um Mundial. Mas os portugueses que vão jogar por Portugal - repito, não gosto de lhes chamar jogadores - têm de saber para onde vão, ao que vão, porque vão e o que se espera deles.

Por isso, quando a Federação Portuguesa de Futebol me contactou para ser treinador nacional, aquilo que senti em minha casa foi orgulho; do que me lembrei foi das centenas e centenas de pessoas que, no período de férias, me abordam para me dizerem quanto desejam que eu assuma este cargo. Isto levou-me, pela primeira vez na minha vida profissional, a decidir de uma forma emocional e não racional, abandonando, ainda que temporariamente, um projecto de carreira que me levou até onde me levou.

Desculpem a linguagem, mas a verdade é que pensei: Que se lixem as consequências negativas e as críticas se não ganhar; que se lixe o facto de não ter tempo para treinar e implementar o futebol que me tem levado ao sucesso; por Portugal, eu vou!

E é isto que eu quero dizer aos eleitos para jogar por Portugal: aí, não se passeia prestigio; aí, não se vai para levar ou retirar dividendos; aí, quem vai, vai para dar; aí, há que ir de alma e coração; aí, não há individualidades nem individualismos; aí, há portugueses que ou vencem ou perdem, mas de pé; aí, não há azias por jogar ou por ir para o banco; aí, só há espaço para se sentir orgulho e se ter atitude positiva.

Por um par de dias senti-me e pensei como treinador de Portugal. E gostei. Mas tenho que reconhecer que o Real Madrid é uma instituição gigante, que me «comprou» ao Inter, que me paga, e que não pode correr riscos perante os seus sócios e adeptos. Permitir que o seu treinador, ainda que por uns dias, saísse do seu habitat de trabalho e dividisse a sua concentração e as suas capacidades era impensável.

Creio, por conseguinte, que o feedback que saiu de Madrid e chegou à Federação levou a que se anulasse a reunião e não se formalizasse o pedido da minha colaboração. Para tristeza minha e frustração do presidente Gilberto Madail.

Mas, sublinho, agora já a frio: foi e é uma decisão fácil de entender. Estou ao leme de uma nau gigantesca, que não se pode nem se deve abandonar por um minuto. O Real decidiu bem.

Fiquei com o travo amargo de não ter podido ajudar a Selecção, mas fico com a tranquilidade óbvia de quem percebe que tem nas suas mãos um dos trabalhos mais prestigiados no mundo do futebol.

Agora, Portugal tem um treinador e ele deve ser olhado por todos como «o nosso treinador» e «o melhor» até ao dia em que deixar de ser «o nosso treinador». Esta parece-me uma máxima exemplar: o meu é o melhor! Pois bem, se o nosso é Paulo Bento, Paulo Bento é o melhor.

Como português, do Paulo espero independência, capacidade de decisão, organização, modelagem das estruturas de apoio, mobilização forte, fonte de motivação e, naturalmente, coerência na construção de um modelo de equipa adaptada as características dos portugueses que estão à sua disposição. Sinceramente, acho que o Paulo tem condições para desenvolver tudo isso e para tal terá sempre o meu apoio. Se ele ganhar, eu, português, ganho; se ele perder, eu, português, perderei. Mas eu também quero ganhar.

No ultimo encontro de treinadores que disputam a Champions League, quando questionado sobre o poder dos treinadores nos clubes, ou a perda de poder dos treinadores face ao novo mundo do futebol, sir Alex Fergusson disse (e não havia ninguém com mais autoridade do que ele para o dizer!) que o poder e a liderança dos treinadores depende da personalidade dos mesmos, mas que depende muitíssimo das estruturas que os rodeiam. Clubes e dirigentes fragilizam ou solidificam treinadores.

Eu transponho estas sábias palavras para a selecção nacional: todos, mas todos, neste país devem fazer do treinador da selecção um homem forte e protegido. E quando digo todos, refiro-me a dirigentes associativos, federativos e de clubes, passando pelos jogadores convocados e pelos não convocados, continuando pelos que trabalham na comunicação social e terminando nos taxistas, políticos, pescadores, policias, metalúrgicos, etc. Todos temos de estar unidos e ganhar. E se perdermos, que seja de pé.

Mas, repito, há coisas incomparavelmente mais importantes neste país que o futebol. Incomparavelmente mais importantes? Infelizmente!

Aproveito esta oportunidade para desejar a todos os treinadores portugueses, aos que estão em Portugal e aos muitos que já trabalham em tantos países de diferentes continentes, uma época com poucas tristezas e muitas alegrias.

Ao Xico Silveira Ramos, manifesto-lhe a minha confiança no seu cargo de Presidente da ANTF.

Um abraço a todos.

José Mourinho

sábado, junho 09, 2012

A Yvonne diz que vamos ganhar!




Famosa por ter estado fugida durante semanas aos donos, numa espécie de brincadeira do gato e do rato com os proprietários, Yvonne foi convidada a escolher um de dois recipientes de ração, um com a bandeira de Portugal, e outro com a da Alemanha. No momento de decidir, a vaca alemã esqueceu qualquer sentimento patriótico e foi comer no recipiente com a bandeira portuguesa.

Será que acertou? Hoje saberemos!


... ou comeremos hambúrguer!!!