terça-feira, abril 12, 2011

FMI já chegou?

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FMI e UE já estão em Portugal... ou não?


O jornal o Público avançou pela manhã que uma delegação do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da União Europeia encontra-se, desde o início da manhã, no Banco de Portugal reunida com quadros superiores da instituição liderada pelo governador Carlos Costa.

O objectivo do grupo será obter informações sobre a verdadeira situação macro-económica de Portugal, designadamente sobre as grandes reformas estruturais do mercado de trabalho, de arrendamento e do sistema de Justiça, que estão entre as grandes preocupações da UE e do FMI. Aqueles organismos terão, ainda, reuniões com o Ministério das Finanças com vista a avaliar os detalhes sobre o plano de resgate financeiro.

No entanto, no final da tarde de ontem, o Banco de Portugal veio desmentir estas informações veiculadas pelo jornal Público, acrescentando, ainda, que nenhuma reunião foi realizada nas instalações do banco de Portugal.

Bem, bem, bem...

quinta-feira, abril 07, 2011

Portugal já pediu ajuda a Bruxelas

(foto: Reuteurs)


E, apesar de toda a cronologia da crise, do resultado de 5 anos de governação 'rosa', de vários avisos e comentários dos mais diversos quadrantes sociais, a culpa de tudo isto continua a ser da oposição. O homem é deveras impressionante. Eu acredito mesmo que ele seria capaz de vender gelo a esquimós!

O problema é que, de uma forma ou de outra, nós estamos, em bom português, bem fodidos!

quarta-feira, abril 06, 2011

"E vão 3! (E não é peta...)" - in DN

O Marítimo obteve na sexta-feira passada, dia 1 de Abril, a terceira vitória consecutiva na Liga, o que é o melhor registo da época. O próximo jogo é já no dia 8, em casa, frente ao rival Nacional. Vamos à quarta? Eis a crónica da semana.

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O que eu acho mais extraordinário no meio deste imbróglio, é o senhor Secretário Regional dos Assuntos Sociais, Francisco Jardim Ramos, vir acusar as farmácias de estarem a chantagear o Governo Regional. Quer dizer, o GR deve 85 milhões de euros, após várias reformulações da dívida, e este é que é a vítima? Está boa, está...

Só com o que empataram na Marina do Lugar da Baixo dava para pagar esta dívida e, com jeito, ainda sobrava um troco. No final do dia é mesmo uma questão de prioridades...

terça-feira, abril 05, 2011

Governo Regional lava as mãos...

Hoje no DN Madeira:
A escolha do empreiteiro para as obras dos Barreiros foi do Marítimo e, por essa razão, o Governo e Alberto João Jardim refutam qualquer responsabilidade nos atrasos das obras. Ainda assim, o presidente do Governo lembrou que o curso da empreitada podia ser outro. "Outros empreiteiros garantem-me que, se fosse com eles, a situação seria diferente".

Alberto João Jardim admite que, neste momento, o Marítimo, tal como as outras instituições, até a Região e o Estado, estão com um problema de liquidez que condiciona o crédito na banca. E é lamentável que seja a banca a ditar as regras ao Estado e a Regiões, contestou.

Para as intromissões na equipa, nos jogadores, nos treinadores, na cor das cadeiras, era o accionista 40%. Agora que o cinto aperta, lava as mãos...

segunda-feira, abril 04, 2011

A Revolta dos Madeirenses

(Foto: DN/Arquivo)

A Revolta da Madeira, também conhecida como Revolta das Ilhas ou Revolta dos Deportados, foi um levantamento militar contra o governo da Ditadura Nacional (1926-1933) que ocorreu na ilha da Madeira, iniciando-se na madrugada de 4 de Abril de 1931.

A 8 de Abril, o levantamento alastrou a algumas ilhas dos Açores e, a 17 de Abril, alastrou, também, à Guiné Portuguesa. Existiram tentativas de levantamento militar em Moçambique e na ilha de São Tomé, que falharam logo no início. Os levantamentos militares, planeados para o continente, nunca ocorreram.

Na Madeira, os revoltosos conseguiram apoio popular, aproveitando-se do descontentamento gerado pela política económica restritiva do Governo para minorar os efeitos da crise internacional de 1929.

O levantamento só foi neutralizado a 2 de Maio, com o envio de uma expedição militar que enfrentou as forças revoltosas durante sete dias de combate. Depois da neutralização do levantamento na Madeira, a 6 de Maio de 1931 os militares revoltosos na Guiné Portuguesa também se renderam.

Foi há 80 anos...