quarta-feira, agosto 08, 2007

Mercedes-Benz TV... online!


Como tudo na vida, há marcas e há marcas... assim como há sites e há outros sites. E como não podia deixar de ser, uma grande marca como a Mercedes-Benz só podia ter um grande site. Espreitem lá então, o digam de vossa justiça. Eu achei brutal! Cliquem aqui!

terça-feira, agosto 07, 2007

Sob Investigação


Digno de um filme de Hitchcock, o caso Madeleine promete um final inesperado. Segundo as últimas notícias, parece que a Polícia Judiciária abandonou a tese inicial de que se trataria de um rapto e dá espaço agora à possível morte da criança, em circunstâncias e contornos pouco claros.

A PJ tem concentrado os seus esforços no aldeamento Ocean Club, de onde Madeleine McCann desapareceu enquanto dormia com os dois irmãos gémeos e os pais jantavam num restaurante próximo. Inclusive na semana passada, a pedido da PJ, chegaram a Portugal cães ingleses, especialmente treinados para detectar cadáveres, que aparentemente mudaram o rumo da investigação, ao detectarem vestígios que indiciam que a criança poderia ali ter sido morta.

Os novos elementos recolhidos no apartamento foram para análise laboratorial para confirmar, ou não, se os vestígios detectados pertencem a Madeleine. A Polícia Científica da PJ já tinha recolhido elementos no local cujo resultado fora inconclusivo. Morreu mesmo? Acidente? Homicídio? Enquanto aguardam resultados, os pais de Maddie e os amigos destes estão, desta vez, sobre investigação.

segunda-feira, agosto 06, 2007

Encontro de irmãos...

(Foto: Jason Reed/Reuters)

Todos os anos o Twins Days Festival, no Ohio, Estados Unidos, junta uma multidão de gémeos, no maior encontro do género no mundo. São centenas de gémeos idênticos e não idênticos, que todos os anos fazem competições, e jogos e, no final, se reúnem para uma foto como esta aqui publicada. Nota: é um sítio pouco recomendado para pessoas ébrias e/ou esquizofrénicas...

Vertiginoso...

(Foto: Ahmed Jadallah/Reuters)

Edifício Burj Dubai é o novo recordista mundial em altura. O Burj Dubai, o super arranha-céus que está a ser construído nos Emirados Árabes Unidos, tornou-se ontem no edifício mais alto mundo, tendo atingido os 512,1 metros de altura, segundo os seus construtores, tendo já ultrapassado o famoso edifício Taipei, construído no centro financeiro de Taiwan.

As novas "Descobertas"

(imagem publicada na revista "Visão", 31-05-07)

Portugal tornou-se o primeiro país a ter jurisdição sobre uma área para lá das 200 milhas náuticas, onde "o mar é de todos e é de ninguém". "Rainbow" é o nome do novo pedaço de Portugal. Situa-se a 40 milhas do limite da zona económica exclusiva (ZEE) dos Açores. O novo bocado de chão português tem 2215 hectares: uns 4000 campos de futebol ou cerca de metade da cidade do Porto.

Portugal, ilhas incluídas, tem 92.083 quilómetros quadrados e uma ZEE (Zona Económica Exclusiva) de 1,6 milhões de quilómetros quadrados. Na União Europeia, Portugal já tem a maior ZEE. Com o alargamento da plataforma, passará a ser dos países com maior jurisdição marítima do mundo.

Estamos a falar de um aumento no mínimo de 240 mil quilómetros quadrados (de acordo com os dados científicos já recolhidos), em redor da ZEE do continente e da Madeira. E isto sem contarmos ainda com os "4000 campos de futebol" do Rainbow, visto que os Açores ainda não entram nas contas, porque os levantamentos oceanográficos apenas começaram agora. Num cenário mais optimista, o fundo do mar português poderá alargar-se em 1,3 milhões de quilómetros quadrados — o que é 14,9 vezes a área de Portugal continental.

A ideia de proteger a riqueza biológica do campo hidrotermal dos Açores, foi o início de tudo. Portugal começou por propor, em Outubro de 2006, que o Rainbow fosse uma área protegida sob jurisdição portuguesa, no âmbito da Convenção para a Protecção do Ambiente Marinho no Atlântico Nordeste (OSPAR). Para esta candidatura, entrou em cena a equipa da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental (EMEPC), incumbida pelo Governo de provar pela ciência, até 2009, que a parte continental do território português se prolonga mar adentro para lá das 200 milhas da costa (370 quilómetros). Se o provar, Portugal pode esticar-se pelo leito e subsolo do mar, como estabelece a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), em vigor desde 1994.

Mas a EMEPC quis apressar as coisas. Defendeu que o Rainbow fosse já reconhecido, formalmente, como parte da plataforma continental portuguesa, com base na informação científica disponível. O "sim" veio no final de Junho, numa reunião dos Estados-membros da OSPAR na Bélgica. Consideraram o Rainbow como área marinha protegida ao abrigo daquela convenção regional e referiram "claramente" que está na "plataforma continental portuguesa alargada, ou seja, dentro da jurisdição nacional".

Mas o que significa isto para Portugal? Até à ZEE, os países têm direito de explorar o que se encontrar na coluna de água e no fundo do mar. Para transpor essa "fronteira", embora já só para o fundo do mar, é uma carga de trabalhos. Com a extensão, Portugal estica esse limite, podendo usufruir dos recursos que essa parte do leito Atlântico tiver para oferecer. E que surpresas reservarão essas novas parcelas às gerações actuais e futuras? Petróleo? Gás? Metais? Recursos genéticos, de fontes hidrotermais? Quem sabe...

A par disto, Portugal poderá então exercer o acto de soberania que é fixar os limites do país. Assim poderá gerir e regular o acesso, a navegação, a investigação e exploração dos recursos. Só a título de exemplo: se os cientistas de outros países quiserem lá ir, têm de comunicar e pedir autorização a Portugal.

Para mais info:
- "in" Publico
- Site Oficial da EMEPC

Que rico funeral...

(Foto: Reuters/Stringer)

Já ouvimos todos falar de animais que herdam a fortuna dos donos. Mas o que é que acontece quando um destes animais falece antes do seu excêntrico senhor? Segundo as palavras de um dos convidados "foi um funeral de luxo".

De facto, é o mínimo que se pode dizer da última homenagem que o dono deste cão quis prestar ao seu animal de estimação, gastando mais de 9 mil euros nas cerimónias fúnebres realizadas em Chengdu, na província chinesa de Sichuan. Segundo os media locais, o cão estava como o seu dono há apenas três meses. Os três melhores meses da minha vida, deve ter pensado o pesaroso dono...

sexta-feira, agosto 03, 2007

Alerta aos Colegas e aos Cidadãos em geral


O assunto que se segue, que promete ainda fazer correr mais tinta, refere-se à utilização de procurações com termos de autenticação e/ou reconhecimento presencial de letra e de assinatura feitos por advogados, em escrituras públicas e em particular à recusa por parte dos notários em aceitar estes documentos.

Para quem neste momento disse "hein?" passo a explicar: quando, por exemplo, alguém quer comprar uma casa, tem que oficializar essa compra através de um documento formal que é a escritura pública. Para essa escritura se realizar são necessários vários documentos (IMT, IMI's, certidões várias, procurações, etc). Muitos desses documentos poderão ser cópias ou assinados pelas partes pelo que, para evitar que se tenha que pagar 2 certidões (que custas 15 a 30 euros cada), existe a faculdade de se juntar uma cópia certificada ou um documento particular com assinaturas reconhecidas. Esse reconhecimento até Março de 2006 só poderia ser feito nos notários mas a partir dessa data sou generalizado aos advogados (que acidentalmente, cobram bem menos que os notários).

Mais recentemente a Ordem dos Notários, através do seu Conselho Fiscalizador, Disciplinar e Deontológico, enviou aos notários uma comunicação na qual considera, em síntese, que as procurações com termos de autenticação e/ou reconhecimento presencial de letra e assinatura feitos por advogados, carecem da forma exigida pela lei para a realização de escrituras públicas. Por este motivo considera que tais procurações não deverão ser aceites pelos notários, sob pena de incorrerem em responsabilidade disciplinar. Ou seja, os únicos documentos desta natureza que são aceites são os "reconhecidos" pelos notários.

Por este motivo a Ordem dos Advogados responder no passado dia 26 de Julho, que "não só não aceita, como repudia com veemência a posição assumida pela Ordem dos Notários, por contrária à lei e potencialmente causadora de graves prejuízos para os cidadãos que poderão, além do mais, ver-se impedidos de realizar escrituras públicas". Ao aceitarmos a posição dos Notários, tal significará custos acrescidos ao já extenso valor da escritura, bem como uma particular eventualmente não conseguir efectuar uma escritura, isto porque se considerará que os documentos juntos não serão válidos.

Não é lícito que uma Ordem profissional queira agir contra lei expressa e, por isso, caso e quando se depararem com a recusa de qualquer notário em aceitar as referidas procurações, reajam a tal atitude. Para tanto "poderão designadamente utilizar o recurso previsto nos artigos 175º e seguintes do Código do Notariado, declarando, por escrito que pretendem interpor recurso para o tribunal de primeira instância da sede do cartório notarial e exigir ao notário que consigne no prazo legal e por escrito os fundamentos da recusa".

Contactem o vosso advogado para esclarecimento de quaisquer questões. É importante conhecerem os vossos direitos.

Desculpe... podia repetir?

(clicar para aumentar)

Não sei qual o pior...

quinta-feira, agosto 02, 2007

Rali Vinho da Madeira

(foto: Duarte Sá)

Arranca hoje o Rali Vinho da Madeira, com uma invejável lista de 80 inscritos (uma das melhores de sempre), a perspectivar espectáculo de rara qualidade e emoção, o RVM volta a assumir-se, pleno de legitimidade, como prova de rara grandeza no panorama internacional. A já histórica excelência organizativa, selectividade do traçado, aliciante estrutura e a emblemática paixão madeirense pelo maior acontecimento desportivo anual da região tornam único este rali com estatuto europeu (ERC) e intercontinental (IRC - Intercontinental Rally Challenge).

O arranque está marcado para as 19.30 horas de hoje, com a "super-especial" no coração da cidade do Funchal, na longa Avenida do Mar.

Acompanhe o Rali, aqui:
- Radio Oficial do Rali
- Rali Live / em Directo (RTP MADEIRA)
- Canal Eurosport
- Rali Wap (no seu telemóvel)

Site Oficial:
- www.ralivm.com

quarta-feira, agosto 01, 2007

Terminal 2


A partir de hoje as partidas domésticas do Aeroporto de Lisboa passam a fazer-se pelo Terminal 2. Os passageiros com origem em Lisboa e destino para aeroportos do território nacional (Faro, Porto, Bragança, Vila Real, Madeira e Açores) passam a embarcar no T2.

Ocupando uma área total de 7 700 metros quadrados, o novo terminal dispõe de uma zona de check-in com 22 balcões, 6 quiosques para check-in electrónico e 12 portas de embarque, uma das quais destinada a passageiros em transferência para voos domésticos. Esta nova estrutura conta ainda com uma área de espera com capacidade para 360 pessoas, um espaço destinado à restauração e comércio e dois lounges. Só não tem parque de estacionamento, McDonald's ou cestos de lixo nas casas de banho.

Mas vamos ao essencial: como lá chegar...

O Terminal 2 fica a três minutos, de carro, do local de entrada para as partidas no terminal principal. Onde, aliás, haverá um serviço permanente de transporte, entre as quatro horas da manhã e a meia-noite - o chamado "shutle"; Inclui-se neste leque quem opta por alugar carro em Lisboa e que, depois, o deixa no aeroporto. Haverá igualmente autocarros da carris e táxis que servirão aquela área.

Quem chegar ao aeroporto de táxi ou no carro de alguém particular, pode fazê-lo directamente para o Terminal 2, através da antiga ligação com a 2ª Circular, na estrada que descia da Alameda das Comunidades Portuguesas, que antecede a zona das partidas. Agora passa a ser exclusivamente para a entrada e saída do Terminal 2, sendo que quem pretender seguir pela 2ª Circular numa direcção qualquer, terá de ir até à Rotunda do Relógio, e, dali, seguir o rumo pretendido.

Em termos práticos este novo Terminal para as viagens domésticas vem em parte facilitar a vida de todos nós, evitando a "mistura" com os voos internacionais e confusão que normalmente é aquele aeroporto. Ter um terminal exclusivamente dedicado a este serviço nacional obviamente que facilitará a vida dos utentes. Mais chato é a questão das acessibilidades, nomeadamente ter de ficar dependente de uma ligação de autocarro (no caso de carros de aluguer ou veículo próprio - já que não existe parque de estacionamento) entre o T1 e o T2, mesmo que curta. Mas como tudo na vida, é uma questão de rotina e de habituação.