Portugal como a Finlândia se houver melhor controlo da corrupçãoDaniel Kaufmann, director do Banco Mundial (BM), defende que um melhor controlo da corrupção em Portugal colocaria o país ao nível da Finlândia em termos de desenvolvimento. Kaufmann defende esta tese em texto publicado na revista trimestral do Fundo Monetário Internacional, divulgado no endereço electrónico da instituição. O objectivo do artigo é refutar o que diz serem 10 mitos sobre governância e corrupção.
A primeira das ideias consideradas erradas identifica governação a anticorrupção. Ora, precisa, governância define-se «como as tradições e instituições a través das quais a autoridade é exercida num país para o bem comum». Isto inclui a forma como as autoridades são seleccionadas, monitorizadas e substituídas, a capacidade de o governo gerir efectivamente os recursos e realizar políticas sólidas, e o respeito pelos cidadãos e pelo Estado das instituições do país.
Já corrupção é definida como «o abuso de cargo público para ganhos privados». Rejeita da mesma forma a ideia de que a governância e a corrupção não podem ser medidas. Ao contrário, adianta, têm-se dados passos importantes, designadamente no Banco Mundial, que já levaram à constituição de uma bateria de 350 varáveis que cobrem 200 países.
É com base nestes indicadores que ataca um terceiro mito, o de que a importância da governância e dos esforços anticorrupção estão sobrevalorizados. «A pesquisa mostra que em geral os países podem extrair um muito grande "dividendo de desenvolvimento" da melhoria da governância», indica Kaufmann.
O economista do Banco Mundial adianta que «um país que melhore a sua governância de um relativo baixo nível para um nível médio quase que pode triplicar o rendimento "per capita" da população no longo prazo, tal como reduzir a mortalidade infantil e a iliteracia».
A primeira das ideias consideradas erradas identifica governação a anticorrupção. Ora, precisa, governância define-se «como as tradições e instituições a través das quais a autoridade é exercida num país para o bem comum». Isto inclui a forma como as autoridades são seleccionadas, monitorizadas e substituídas, a capacidade de o governo gerir efectivamente os recursos e realizar políticas sólidas, e o respeito pelos cidadãos e pelo Estado das instituições do país.
Já corrupção é definida como «o abuso de cargo público para ganhos privados». Rejeita da mesma forma a ideia de que a governância e a corrupção não podem ser medidas. Ao contrário, adianta, têm-se dados passos importantes, designadamente no Banco Mundial, que já levaram à constituição de uma bateria de 350 varáveis que cobrem 200 países.
É com base nestes indicadores que ataca um terceiro mito, o de que a importância da governância e dos esforços anticorrupção estão sobrevalorizados. «A pesquisa mostra que em geral os países podem extrair um muito grande "dividendo de desenvolvimento" da melhoria da governância», indica Kaufmann.
O economista do Banco Mundial adianta que «um país que melhore a sua governância de um relativo baixo nível para um nível médio quase que pode triplicar o rendimento "per capita" da população no longo prazo, tal como reduzir a mortalidade infantil e a iliteracia».
fonte: DN Madeira
1 comentário:
Nem pensem nisso, já chega de poluir os mares... mais vale quimarem-nos (vivos de preferência) e adubarem os campos com as cinzas... mas de preferência num ano sem incêndios, pois cinzas é o que não falta neste ano de 2005.
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